28
Nov
09

a saude pública adverte: infidelidade é coisa séria…

Quem pode aceitar e admitir ser traído?
Em que se baseiam todos esses maridos, que ao final de um  processo doloso e dolorido como esse,  perdoam!
Perdoam?
Fico imaginando às vezes se Estevão realmente perdoou a mulher… ele ri, dá-lhe regalias, mas sei não, oculto nesse pragmatismo, nessa superioridade cristã e sublimação espiritual, existe algo de cruel.
Não me indaguem o quê exatamente, pois não reúno a minima condição de responder. O tempo, dizem os antigos e os psicologos “experts”, apaga e conserta tudo.
Eu somente sei que a partir do momento em que se é traído, o ser humano transforma-se…
e tenho certeza, que dessa transformação não irá jorrar altruísmo e sim a “baba” colérica e venenosa dos cães loucos!
Dificil conviver com um alguém, que carrega pelo resto da vida o aroma impregnado do “outro(a)”, em seu pesado corpo e em sua “descarada alma”.
Elementar meu caro João, elementar.
Mas o amante ou a amante, também sustentam a manutenção de uma situação constrangedora e letal.
Amantes também se gostam, tá pensando o quê?
Sinceramente, que me enrosco, me enrolo, fico pouco a vontade, quando discorro sobre esse tema. Eu não consigo entender o porquê de um sentimento manter-se vivo, mesmo com a plena convicção de que a parceira (o) é infiel em genero, numero e grau.
E some-se a isso, o peso que se instala nos corações traídos e traidores.
Sei falar sobre isso não, me enrolo todo…fico p… da vida!
Um dia eu vou fazer uma convenção de traídos e traídas, com a presença dos seus respectivos amantes, alguns ainda na ativa, outros abandonados em função de um súbito arrependimento por parte da “santa(o) criatura”, que traiu e ato contínuo (isso após uns dez anos, mais ou menos), arrependeruse  de forma sublime envoltas em colorido perdão.
Onde tem fumaça, tem fogo… muitos não manifestam o desejo de se deixar queimar, ou de experimentarem o peso dos “chifres” alongados sob a testa.
Mas continuo até hoje carregando uma dúvida atroz: quem é mais sacana, a criatura, que trai, que dorme com dois, indistintamente, ou os dois “otários”, que aceitam dormir com ela, mesmo sabendo que o planeta está repleto de mulheres? (ou homens, se no caso as traídas foram as mulheres?)
Por favor enviem suas perguntas e as suas opiniões sobre esse tão fascinante tema, para o programa do Datena, do Gugu e similares…
Quem sabe o resultado de uma enquete, feita por esses engodos “fantasiados” de apresentadores de programas de TV,  possa desvendar esse mistério?

josemir (aolongo…)

28
Nov
09

São Paulo continua linda…

São Paulo continua linda a seu jeito, a seu modo…
Céu acizalhado, trânsito truncado, muitas novidades a cada instante, cidade de muitos.
Gosto de São Paulo… pelo que representa, pela eterna grandeza e principalmente, pelo fato de graças a Deus, não conseguir mais eleger presidentes…
Talvez seja apenas uma crise emocional temporária essa que açambarca esse povo inteligente, alvissareiro, trabalhador e mais um monte de adjetivos qualificados e merecidos.
Quer saber?
Eu até que gosto de São Paulo!

Desde de que Ela esteja lá e eu aqui no Rio de Janeiro

josemir (ao longo…)

 

28
Nov
09

rapidinhas, curtinhas, rasteiras e verdadeiras…

- Pensar no fenecer de meu corpo não me assusta, mas prefiro-me vivo, pois se ainda não posso voar, apraz-me admirar o voo dos pássaros.

                                                           *********

- Sargento! O cara baleado e assaltado tá vivo ainda!
- Fica frio, soldado!
   Faz vista grossa…

E lá se foi a viatura, pela escuridão…

josemir (ao longo…)

28
Nov
09

ronaldo, realmente o fenômeno…

Ei-lo altivo, solene, deus de cristalinidade límpida, a correr com sabedoria pelos espaços, onde melhor se aplica sua genialidade. Ronaldo, “o Fenômeno”, criticado, apedrejado, macerado, sofreres típicos de incrédulas mentes, quando conseguem rociar o orbe de qualquer divindade. Os gênios diferem-se no brilho e no fulgor da simplicidade. No belo, que é oriundo dos segmentos menos complicados.
Não importam os ferimentos presentes na densa e semi-utilizável carne, o que sobressalta, volita, perspassa, é a rapidez do clarejar da mente, o perceber antes, o realizar o que já foi pré-concebido.
Assim são os mágicos, nunca unânimes, sempre execrados por alguns servis e doentios humanos, que sorvem das ramificações do ufanismo, um pouco do cintilar da estrela, que passeia tanto em firmamentos como em gramados.
Os gênios não são normais… eles se fazem afeitos aos desafios contundentes, pois que senão de nada lhes adiantaria o poder da divindade, da diferença, da essência. Ronaldo escolheu como plataforma de redenção o manto sagrado do Corinthians, uma entidade, um time agregado a fiéis exacerbados, apaixonados, totalmente tomados.

Fiéis torcedores, que exaltam e desprezam, que aplaudem e que amam, mas que trazem no âmago do sentimento maior de amor a fidelidade. Quando amam e são correspondidos, fazem-se adoradores.

Ontem, mais uma vez, Ronaldo desprendeu-se do solo, levitou pelos espaços, ditou regras, normas, deixou boquiabertos os inquietos e servis adversários, serenou ânimos de torcedores mais agitados e fez-se, mais uma vez, deus.
Não existe no Brasil (e talvez no mundo), um artista de sua verve. Um jogador de futebol com tantos e tantos encantos.  Vem aí mais uma Copa do Mundo. Por certo, todos os deuses do Olimpo estarão ansiosos esperando pela presença do deus da bola.
Mas entre o desejo divino e o concretizar desse intento existe um ser comum chamado Dunga. Uma cópia de Zagallo, Parreira, um ser humano qualquer…
Mas é dele o poder, assim são os mistérios.
Que o clamor das vozes e pensamentos dos amantes do futebol exerça sobre ele uma vibração positiva, um clarejar de princípios. E que os raios azulados emanados de tal vibração possam perspassar a teimosia própria dos que não tem olhos de enxergar a arte, apenas visualizam números, como se a
arte fosse uma perdedora.
Vide as seleções de 1982 do Brasil, a seleção da Holanda em 1974, a seleção húngara em 1954 e outras tantas.

josemir (aolongo…)

27
Nov
09

bobos da corte…

 

 O que seria uma intelectualidade aristocrática?
Se nos ativermos ao sentido conceitual dos termos em si, poderiamos defini-la como uma intelectualidade fina, delicada, cheia de mesuras e frescuras. Segundo os aficionados festivos, seria uma postura de tentar se inserir a um espaço avaliativo, crítico, público, levado tão somente pela morbidez atarantada de se fazer manifesto, de querer “aparecer”, num determinado espaço da mídia.
A incompreensão, a não aceitação, o desdouro e principalmente a falta de ousadia e coragem, levam a maioria das criaturas incautas (comportamento,que é natural nos abutres), a se servirem desse delituoso argumento, em função da própria falta de argumentação. É um direito de todos manifestarem-se seja de que modo for, assim como se estabelece, o direito lídimo dessas manifestações, serem absorvidas pelo livre arbítrio de serem aprovadas ou não.
Em função desse fervilhar de questões, que envolvem milhões de personalidades pérfidas em nosso país, qual seja, personalidades sem poder de decisão, eternos propagadores do “que ouviram falar”, muitos dos pareceres, perdem-se em consequência do caráter tacanho de quem os lê de soslaio, aqueles que invariavelmente não fazem uso do pensamento. O objetivo de um texto, e num espaço aberto devemos sempre lembrar que esses textoss sempre são submetidos a análises e pareceres, que indiquem sua publicação ou não, qualquer seja ele, traz em seu âmago uma necessidade explicita de querer dar corpo ao que ocorre, ao que nos açambarca.
Portanto, quem se faz evidenciar, quem coloca a “cara pra bater”, na maioria ampla dos pontos de vista, tem o seu valor, pois não se arremetem ao escrever simplesmente por escrever, mas sim ao descrever sincero e real, daquilo que lhes absorve o pensamento. Valorizo e muito, quaisquer opiniões emitidas às claras,sem subterfúgios, sem medo. Assim como acho muitissimo importante, que essas opiniões escritas sejam lidas e criticadas por quem de direito, ou seja, todos os que a elas tem acesso.
A análise tacanha, inadvertida, improficiente, de que qualquer texto nada vale, no mínimo insere-se às opiniões daqueles que não têm capacidade de se lançar ao campo minado, ou seja, melhor “jogar m… no João”, do que criticá-lo com coerência. Esse procedimento distorcido, inconcepto, faz-se fruto de personalidades sem quaisquer força de caráter, de incapacidade do estabelecer um juizo próprio e proficiente, fazendo jorrar pelas mãos uma torrente descabida de dejetos oriundos de sua formação nula. Todos, sem exceção, de forma brilhante ou não, que não se escondem e nem se aproveitam de trasgos de oportunismo, para lançarem suas idéias, são para mim pessoas marcantes, interessadas, antenadas, que procuram estalecer-se cidadãos de fato e direito, no contexto de um País, assim como todos aqueles que lançam seus pareceres e emitem suas reações e análises em relação ao texto lido, de forma coerente e lucida, são também pessoas merecedoras de profundo respeito.
E uma verdade cada vez mais faz-se encorpar nesse universo emaranhado: um texto qualquer, se foi lido, se chamou a atenção, que se fez suscetível de comentários, tenham certeza, incomodou, elucidou, atingiu de alguma forma aquele que o leu.
O Brasil continua caminhando a passos lentos em sua evolução cultural, justamente em função do pouco número de pessoas dispostas a levantar bandeiras, criar caminhos, e o número exagerado de pessoas sem personalidade, discriminadoras, e oportunistas, que navegando pelas águas de seus interêsses próprios, poluem as águas das intenções válidas.
São os mesmos elementos, que na Idade Média, faziam-se meramente repetidores das opiniões do rei, quando requisitados a emitirem suas opiniões.
Tenho muita pena dessas estranhas e esdrúxulas criaturas, que parecem possuir vida longa, mesmo porque a idiotice, a obliquidade, a ignorancia, a estagnação, dependem delas para a manutenção de sua nula existência.

josemir (aolongo…)

26
Nov
09

vestido para matar…

Veio para matar usuários e familiares, o maldito CRACK, um dos maiores males do século.
A Polícia do meu bairro, alega que está aguardando o momento certo para dar o “bote final”… enquando isso eles fazem arrastão de tudo o que estiver postado à sua frente.
São hidrômetros, são fechaduras, são bicicletas de crianças, são cadernos de alunos vindos da escola pública (aliás, todo o material), são fios de cobre, são sorveterias, super-mercados, e não muito serão vidas.
Tudo isso, segundo relato de um deles, para curtir um barato de 2 a 3 minutos, que podem durar uma carnificina, tamanha a depencência.
Os governos estaduais e muncipais, fazem vista grossa. Preferem fazer política de chamada, projetos de terceira idade (minha cidade a terceira idade alcançou 60% da população ativa), isso dá voto.
Será que o uso indiscriminado dessa droga criminosa, também traz votos?
Uma droga, que mata, que droga com maior rapidez usuários e as vítimas deles… esse é o País, que a gente espera e sonha viver?
Aí SP, terra dessa “parada hedionda”, dá pra resolver o problema por aí, e evitar que essa proliferação continue absurdamente se espalhando, Brasil a fora?

josemir (ao longo…)

 

 

26
Nov
09

“trindade”…

Nos altos escalões, que se espargem nas polícias militar e civil, torna-se opinião unânime e ostensiva de que a maneira eficaz para a diminuição de delitos numa cidade, num município, num Estado, num país, seria a junção, a parceria entre a comunidade, as polícias militar e civil, o que realmente ganha uma lógica enorme, visto que tudo poderia ser resolvido, planejado com estratégias facilitadoras, as quais dariam maior visibilidade e dinamismo às ações de combate a quaisquer tipos de delitos.
Ocorre que este fundamentado e coerente processo, por vezes até elaborado por policiais civis e militares, com amplas condições de honestidade, já está enodoado, maculado, rasgado, macerado e totalmente inviável.
Para que essa “trindade” surtisse realmente efeito, as partes integrantes teriam que estar (como necessariamente faz-se fundamental), limpas, imaculadas e inseridas em princípios morais já vigentes, e em pleno funcionamento nas comunidades e nos departamentos das policias civil e militar.
Deixemos de mesuras e melindres e partamos para a realidade de nossas ruas, vielas, esquinas, bairros, municípios, cidades, enfim de nosso Brasil. Toda a realidade da nobreza e do orgulho de fazer-se honesto na acepção da palavra já se perdeu pelo caminho da corrupção, onde a comunidade recebe “ganho”, “privilégios” e proteção dos marginais e  policiais.
Marginais, como os traficantes, que a título de assegurarem a segurança da “área” ou comunidade onde atuam, evitam “ganhos” em seus territórios ou quaisquer outras atividades de “terror”, para que possam traficar “tranquilamente” provendo usuários de localidades outras…
Ora bolas, que proteção marginal é essa, onde uma comunidade vive “tranqüila”, mas permite a entrada de milhares de elementos de outras comunidades, que por lá se infiltram e gastam fortunas em drogas? Vale a pena estarmos numa comunidade sossegada e propiciarmos para outras comunidades o desassossêgo, o espargir da violência?
As milícias, por sua vez, criadas em sua maioria por ex-policiais mesclados a muitos tipos de meliantes, dão proteção material à comunidade, oferecendo “gatos” de eletricidade, de TVs, e exigem no momento oportuno, que somente determinadas “empresas” de gás, refrigerantes, cervejas e outras milhares de mercadorias, tenham entrada naquela comunidade por eles dominada. Máfia pura, pois que mais tarde taxas serão cobradas, favores serão pedidos à comunidade e os habitantes, por questão de medo, por questão também de já terem aderido a inconceptude de que o ilegal deve prevalecer, aceita sem quaisquer problemas.
Portanto, essa “trindade” já se faz presente em vários pontos , ou na maioria deles, espalhando-se pelas grandes capitais do País. Uma autêntica “máfia” bem aparelhada, altamente organizada, que já age faz tempo, em todos os nossos Estados.
Não existe mais, e isso é triste, condições para que povo e polícia, trabalhem em conjunto, sem a finalidade de “ganho”.
Foi-se instituída essa cultura, e nelas inseriram-se mais de 80% de apavorados integrantes do povo, que forçosamene e sem alternativa, agregaram-se a mal intencionados elementos, que integram as fileiras das autoridades policiais.
Os presidentes das associações de Moradores, são hoje forças  tão presentes e poderosas, como os delegados da Polícia Civil, como o oficialato da Polícia Militar.
São três “podres poderes”, arraigados a uma sistemática de trabalho una e bem organizada. Portanto, essa parceria tão decantada, de que comunidades e policias (Civil e Militar) resolveriam o problema do desaparecimento da marginalidade nas comunidades, torna-se totalmente fantasiosa e obsoleta, à medida em que observamos o grau de afinidade e penetração entre eles, no que se faz concernente a tudo o que não presta, tais como roubos, corrupção, pirataria, morte, tráfico, e outras coisas mais.
PCC, Comando Vermelho, milícias (formadas em sua grande maioria por policiais), mais PMs corrompidos, que possuem patrimônios nojentamente desproporcionais ao que percebem, mais Polícia Civil, que incorre nesse mesmo plano ou modo de ação, já nem têm condiçoes  qúe propicie uma fonte de segurança  evidenciada… Teria que ser realizada uma varredura total, nas cúpulas policiais, nas associações de moradores e inserir-se uma nova metodologia de atitude e conduta de todos os cidadãos, que habitam os lugares menos privilegiados.
Tenho esperança, sim, de que um dia, essa “lambança” existente em nosso País termine, mas não me acredito vivo até lá…

Obs: um menino de 12 anos, que opera em bocas de fumo anunciando com foguetes ou apitos a chegada de nova carga de drogas ou que são delatores da polícia, deve ganhar uma média de 400,00 reais por semana.
Estudar pra quê?
Não sou cético, nem duvido da capacidade de nenhuma mente, que abriga bons propósitos, mas a maioria corrompida sem dúvida alguma, tem mais poder de fogo; vide os políticos, além das autoridades e associações de bairro. Infelizmente, o nascedouro, já se faz farto em “ninhos podres”…

josemir (ao longo…)

26
Nov
09

oposição burra e inoperante…

Sem demagogia e sem querer chafurdar em lama o nível do texto, nunca em época alguma nosso País apresentou um grupo de políticos tão inoperantes, tão inócuos, formando uma oposição inexistente, depauperada, contra-producente. O Presidente Lula, e somente ele, “engoliu” todo um grupo bisonho de políticos, que se arvorou a compor uma bancada opositora.
Nunca, num estado democrático, políticos oposicionistas tiveram às mãos tantos meios e oportunidades para defender seus pontos de vista, construir uma plataforma na qual eles pudessem mostrar o que conceituavam como errôneo e irregular num governo.
Lula passou como um trator sobre todos esses politicos, que se estabeleceram nababescamente no Congresso, e mostrou, ao vivo e em cores, que esses ditos políticos são em realidade arremedos de mediocridade cabal e constatada, que ficam totalmente sem rumo, quando fora do “tapete vermelho”.
Esses politicos extremamente “orelhudos”, simplesmente no mandato atual passaram a fazer de Lula uma Entidade, tão improfícuos foram os seus parcos e porcos argumentos.
Essa oposição desequilibrada, preguiçosa, burra, incoerente, desandou a ter como meta não um País, mas um Presidente! E podem ter certeza que essa oposição cega e descabidamente descontrolada vai, até o final do mandato de Lula, fazer dele a figura mais aclamada da história desse País.
É triste, porém verdadeiro… os “academicistas”, os “intelectuais” morrerão de tristeza, mas testemunharão todo esse percurso histórico.

josemir (ao longo…)

26
Nov
09

por que o medo do novo?

Antes o silencio…
agora a voz solta.
Antes a vontade morta…
agora a verdade, que volta.

Tucanos,
por 
que esses trejeitos
insanos,
se no ontem voces
debochavam?

Por que esse abrupto
voltar-se para o povo,
se no ontem voces corruptos,
faziam-se algozes,
do que viria,
 irremediavelmente novo?

Por que essa “baba”
produzida pela ira,
foi contida quando
suas mentiras, espocavam?

josemir (ao longo…)

25
Nov
09

romaria…

E eles caminham pelo solo árido, como se fossem zumbis… aparvalhoados, totalmente macerados e confusos, tentam através de pensares abstrusos, uma forma, uma fórmula, que os oriente, que os leve para uma nova vertente, onde eles passam lançar as sementes de suas fenículas putrefadas.
A frente mãos dadas ao filho, o ex-popstar FHC, completamente diluido e inserido em suas próprias amarguras, nos atos indecorosos e vis, cometidos contra um imenso País, que ele num divagar de não senso, achou que viesse eternizar-se em suas mãos, através de seus sórdidos comparsas.
Acizalhado, amorfo, o que restou de Antonio Carlos Magalhães, seguia-lhe os passos… mas ACM já não era uma matéria tangível, palpável, e sim uma imensa massa amorfa, que tentava no desespero do tempo, que deles se acercava, instruir seu neto, senador desconexo, seguidor do que de ruim ficara impregnado. Uma imensa romaria de políticos entregues, usurpadores, que durante décadas desfrutaram nababescamente dos votos do povo, com promessas vãs de outros amanhãs, com perpesctivas maiores de vida para os necessitados.
A romaria seguia em campo minado… eles eram apedrejados, apupados,  pelo povo, que sofrido sentira em alma.  ao longo dos anos, a virulenta e inócua demagogia, por eles propalada e criada.
Parecia até um imenso grupo de fiéis, só que não servidores do Bem, e sim roedores, das sobras de suas obras, todas destinadas ao mal.
Cristalizados, açambarcados por súbita e robusta reação, eles já nem falavam. Como estátuas amaldiçoadas ali permaneciam parados, enquanto o povo por eles passava e de forma pacífica, os ignorava.
Vão ser mais centenas de dias e noites, a caminhar com afinco, para ver se conseguem divisar uma linha luz no final do túnel.
Vão ser centenas de anos para que eles possam pelo menos, sonhar novamente com a pujança do poder.
FHC, o intelectual bem mandado, totalmente manipulado pelas grandes potências, não consegue esconder as lágrimas, que escorrem de sua face.
Saudoso, olha pra trás, e consegue vizualisar a Petrobrás, gerando e gerindo empregos. Itaguaí, fazendo brotar empresas de siderurgia. Vê o Rio de Janeiro soerguer-se, apesar de tão ferido por ele.
Em sua cabeça, em seus devaneios, devem correr pensamentos tais como, “porque não me foi permitido mais uns dias?  Eu teria entregue de graça, tudo… nada mais restaria, e eu tranquilamente a esta hora estaria dividindo com meus filhos ocultos, as honrarias de ter sido o maior estadista entreguista da história do Planeta. Oh, Deus como faltou pouco!”
A Romaria dos fracassados e corruptos seguia, em meio a bruma, que se instalou em seu percurso.
E foram inapelavelmente sumindo… sumindo… sumindo…
Sentido contrário, iluminados e cintilantes, um novo Povo surgia, cantando refrões com versos de suprema alegria, a anunciar que o Levante obtivera êxito!
Sem violência, sem sangue, sem guerras… apenas com honestidade, com vontade, com o almejo, que neles ardia.
À frente um homem saudado, gostado, amado, sorria.
É dele agora a chave, que liberta esse rincão mesclado.
Um tal Lula, como a ele se referiam os que agora em romaria, perdidos em bruma, partiam…

josemir (ao longo…)




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NÃO ACREDITO MAIS…

MEU CRER SE ATROFIOU... HOJE MEUS OLHOS CABISBAIXOS, JÁ DENOTAM QUE OS OLHOS TAMBÉM MENTE, DESAVERGONHADAMENTE... POR ISSO, O DAR POR QUERER ALGO EM TROCA, MUITO MAIS QUE UMA NÓDOA DA MENTE, É UMA MANCHA AMORAL FIXADA NA ALMA... JOSEMIR (AO LONGO...)

HORAS A FIO CALADO…

SOMOS DEMASIADAMENTE ÍNFIMOS PARA SABERMO-NOS, E POR CONSEGUINTE MENSURARMOS COM EXATIDÃO O PLANETA, QUE HABITAMOS... SOMOS ÍNFIMOS, MICRO-PARTÍCULAS, ÁTIMOS, PEQUENES MAIS QUE MANIFESTAS, EXPOSTAS E DE UM JEITO OU OUTRO, SIGNIFICATIVAMENTE MARCANTES. NOS DIAS, NAS NOITES, PELOS MIRANTES DA VIDA DESCOBRIMO-NOS, POR ISSO, ESTANCO-ME... E INERTE PERMANEÇO, HORAS A FIO CALADO... JOSEMIR (AO LONGO...)

TRADUZINDO-ME…

NA OBSERVÂNCIA DE MEUS GESTOS, MANIFESTOS FAR-SE-ÃO OS REFLEXOS DE MEU SORRISO OU O CRISTALINIZAR DE MINHAS LÁGRIMAS... TODOS OS SINAIS... TODOS OS MOMENTOS QUE REFLETIRÃO PAZ, SAEM JUSTAMENTE DOS ENTREMENTES NOS QUAIS ENCONTRAREI EXPOSTAS MINHAS RESPOSTAS... DIZER O MEU NOME É ALGO, QUE ME CONSOME COMO O QUE SE FAZ CONSUMIDO, EM TEMPOS IDOS... TRADUZIR-ME EXIGE-ME CORAGEM... EIS O MOTIVO DE MINHA VIAGEM. josemir (ao longo...)

DIVÃ

NADA SE FAZ ABSOLUTO... NADA TRANSGRIDE A LEI DO POSSIVEL. O QUE NO HOJE, SE FAZ PERMISSÍVEL, PODE TORNAR-SE INTANGÍVEL E INACESSÍVEL, NO AMANHÃ... E AÍ, EI-NOS DEITADOS NUM DIVÃ... JOSEMIR (AO LONGO

REFLETIR…

REFLETIR E REFLETIR.. EIS A GRANDE LIÇÃO, QUE SOBRE MIM SE INCIDIU... NO JUSTO MOMENTO, EM QUE MIREI-ME NO ESPELHO E SENTI A FALTA DE MIM... JOSEMIR (AO LONGO...)

TER QUE SER…

NO IRROMPER DO SOSLAIO, AO VER UMA DEFORMADA POSTURA, NADA DISCRETA, POSTAR-SE CADA VEZ MAIS LOUCA, SINTO QUE A MUTAÇÃO DO CORPO FAZ-SE SOLTA, A MEDIDA EM QUE PERDIDA, A ANTI-RAZÃO PASSA A MENEAR PELAS INIQUIDADES DO SEM FIM... MUITO TRISTE SABER QUE NO HOJE AINDA SE PLASMA, E EXISTE, A FALSIDADE DEPRIMENTE, DO DENEGRIR O SABOR DOCE DO MEL, E DEIXAR SE ATRAIR PELO AMARO GOSTO DO FEL... A BOCA ESCANCARADA FAZ-SE MERA... A MENTE DESLIZA PELA ESTRADA ENLAMEADA DAS MENTIRAS PLASMADAS, VESTIDAS DE VERDADE. DIFICIL TER QUE SER. MAIS DIFÍCIL AINDA, ACHAR QUE NO INÓCUO, EXISTA PELO MENOS, RASTROS DE VIVER. JOSEMIR (AO LONGO...)

fazendo-me voltar…

Aquieto-me, mesmo que meus quereres elétricos e inquietos queiram fazer-me rolar e voar...voar... arrasto comigo a doce e mágica vontade de fazer com que meus sonhos cumpram o seu jornadear. Supostamente eu até me transforme em algo frágil, pra poder consubstanciar, o que me completa cabalmente, mas nem por isso, eu posso considerar-me um cara, ou 'o cara", que possa definir-se consequente. Mas me arrisco, enquanto o todo ao meu lado por vezes reprime arcaicamente o meu modo de ser. É que o olhar de soslaio me incomoda, pois não me define e ainda me faz afastar, me recolher. É o meu jeito de ser, de estar, de querer ficar, de me acomodar. É o instante em que hesitante me faço, e as dúvidas começam a me incomodar. A minha sina, repentinamente parece mudar de curso, e me direciona para ruas desconhecidas e escuras esquinas. Meu pensamento não se desvirtua, pois o que em mim atua, é a vontade, que me ablui e não me desatina. É o desejo de ser-me não no sentido de corpos nus em abandono, mas de forma bem mais profunda, uma maneira, que solta, faça-se completa, rotunda e busque luz das regiões não iracundas, onde todos se dão, não por uma razão qualquer fundada na mera fascinação de homem e mulher, mas no que abjugado, me orienta, me acena, e claramente diz através do realizar, que se quiser posso adejar pelas regiões, que vistas do alto, me oferecem um leque de entradas, saídas, enfim um ter onde caminhar... Quando o silêncio apossa-me, sequer questiono, já acostumei-me com o seu jeito autoritário, de dono... aceito e me faço afeito não ao efeito, que dali poderá emanar-se, retirando de mim qualquer intenção de dano. Nesse momento, compreendo que se faz a hora de me me recolher, suavemente me retirar... cantar, redesenhar, e tranquilo saber que no outro dia, o encanto vivido, me fará voltar... josemir (ao longo...)

VELHA SENHORA…

NADA NEM NINGUÉM SOMENTE O TRILHO, POR ONDE JÁ NEM SEGUE MAIS O VELHO TREM... SOMENTE O BRILHO DO OLHAR QUE JÁ SE FOI TAMBÉM. MERGULHO NO AFÃ DE QUE O AMANHÃ, POSSA DE GOSTO MATAR-ME O DESGOSTO DE SER, ÓRFÃO DO TEMPO DE TER NASCIDO APÓS, DE TER ME FEITO AGORA. DE NÃO TER TIDO O AFAGO, NEM O COLO, DAQUELA SENHORA... JOSEMIR (AO LONGO...)

GANHA FORMA…

VOU BUSCAR... TALVEZ UM CLAREJAR OU POUSAR NUM REMANSO, QUE ANUNCIE UM CHEGAR... O QUE NÃO POSSO É SABENDO-ME DE COR, BUSCAR PERFILAR OS CORAÇÕES, QUE ORLAM MEU CORPO DESPERTAREM O SENTIMENTO DE PENA, COMISERAÇÃO, DÓ... NA REALIDADE, A OPACIDADE, QUE VESTE AS MEIAS MENTIRAS, ESPARGEM-SE POR VALES E POR SEREM CONTESTES, REVALAM NA ORLA ESPESSA DO QUE PERSPASSA A MÁ ÍNDOLE PEDINTE E GESTO SEGUINTE, FAZ-SE... TOMA ESPAÇO, GANHA FORMA JOSEMIR (AO LONGO.

NADA DEMAIS…

A SILHUETA FEZ-SE CORPO NU... NUM ARROUBO DE DESEJO FÊZ-SE ENSEJO E FEITO SORTE DE REALEJO, VOOU... NÃO SEI SE BUSCO UMA VERTENTE OU SE ME DEIXO LEVAR PELA CORRENTE DESSA ÁGUA FRIA, QUE ESSE RIO HABITOU. SÓ SEI QUE ESSA SANGRIA CUSTA-ME MUITO MAIS DO QUE SABER-ME GENTE... O QUE PRA NÓS NÃO TEM NADA DEMAIS. JOSEMIR (AO LONGO...)

NADA MAIS, NADA MENOS…

NEM O EU, NEM O TODO... QUEM SABE A ALTIVEZ, DO QUE NASCER PROMETENDO, MAS SE CORROMPEU? NEM AS PEGADAS, NEM OS RATROS. QUEM SABE O LASTRO? UMA HERANÇA SEM TRANÇAS, QUE SEM HISTÓRIA MERGULHA EM EMBREADAS LEMBRANÇAS, QUE AMORFAS, SE CONTRADIZEM... UM DIA, MUNIDO DOS DITOS DO TEMPO, EU EMBARCO NO VENTO E DE UM NADA FAÇO UM MUNDO! O MEU MUNDO! DE MÃOS DADAS À ALGESIA, TALVEZ ME VOLTE A ALEGRIA DE TER SIDO. UM DIA... NADA MAIS, NADA MENOS. JOSEMIR (AO LONGO...)

É O QUE BASTA…

AS PALAVRAS SOLTAS SÃO SETAS DIRETAS. INCONCEPTAS. SORVER DE OUTRENS O BEM-QUERER, A ALMA, QUE NÃO INVALIDA A RAZÃO DE SER, É O MESMO, QUE FAZER DE UM TIRANO, UM BELO E JUSTO SER... TENHO DEIXADO EM MEUS RASTROS, ALGUNS RESQUÍCIOS DE PALAVRAS MÓRBIDAS... ELAS NÃO ATINGEM O ÂMAGO. ELAS NÃO ME TIRAM A VIDA. NO QUE SOU, MERGULHO-ME. QUANTO AO QUE FALAM, CALO-ME... AFINAL DE CONTAS, TENHO-ME. NADA EM MIM SE ARRASTA E ISSO POR SABER-ME. É O QUE BASTA... JOSEMIR (AO LONGO...)

SEI LÁ…

TALVEZ, O QUE A PRINCÍPIO SEM NEXO SE ARVORE, SEJA APENAS O PRÍNCIPIO DE UMA DEFINIÇÃO... TALVEZ EU NEM SAIBA, QUE O CONCEITO SEJA UM EMARANHADO DE FATORES EXARCERBADOS, QUE TENHAM AVANÇADO O SINAL. DA ESTRADA? QUEM SABE DA VIDA... QUEM SABE DA VIDA? SERÁ QUE ELA SE DESFOLHA, QUE NEM MARGARIDA OU TRAZ A CONCEPTUDE DO QUE NÃO SE DESMANCHA? E ESSA MANCHA? QUEM SERÁ O RESPONSÁVEL POR ELA? SERÁ QUE SE INSERE NA COR AMARELA, EM FUNÇÃO DA ESQUALIDEZ DA COR DO PAPEL, QUE SE QUALIFICA A ANUNCIÁ-LA? SEI LÁ... DO SEI LÁ, PARTEM AS ÍNGREMES DECISÕES, ONDE TERMINAM AS RAZÕES E O QUE RESTA SÃO AS PALAVRAS ESCRITAS. CHEIAS DE SEGREDOS... JOSEMIR (AO LONGO...)

SEM MISTICISMO OU MISTÉRIO…

VISUALIZEI EM PLENA LUZ DO DIA, ALGO QUE ENVOLTO EM SUBLIME ALEGRIA, ALTO ME SORRIA... FIQUEI PASMO. AFINAL TANTO TÊM SIDO OS SINAIS E AS BOCAS, QUE ME DERROGAM, PROMULGAM, O ALGOR DA RETA FINAL, QUE CHEGUEI ATÉ A ADMITIR QUE FOSSE O MAL, QUE DE ESTALO, ASSIM COMO DO NADA, POSTOU-SE NA VANGUARDA E COMEÇOU O PROCESSO DE MINHA DERROCADA. SERIA PRENÚNCIO DA QUEDA FATAL? SERÁ QUE HAVERIA TEMPO AINDA AINDA, DE ME AGARRAR EM ALGO, QUE FACILMENTE NÃO SE FINDA E ME DARIA TEMPO DE REGISTRAR EM MEUS ESCRITOS, - DIZERES FINITOS - DE CULPAS, QUE NÃO TIVE? OU DE LÁUREAS, QUE NUNCA CARREGUEI? SERÁ QUE A MIM SERIA OUTORGADO ESSE MICRO-TEMPO? ALGO EM QUE EU PUDESSE ME EXPLICAR, SEI LÁ... DESCOBRI COM O VENTO, QUE AS NOSSAS VERDADES, MESMO APÓS O SE SOLTAR PARA ERRATICIDADE, AO INVÉS DE ATRELADAS AO CASULO, LIBERTAM-SE ALADAS, PELAS MENTES, QUE CONOSCO FIZERAM JORNADAS A MOSTRAR QUE O QUE FICA REALMENTE NA ESTRADA SÃO AS MARCAS DOS NOSSOS ATOS... OS EXEMPLOS DE NOSSAS VIDAS E PRINCIPALMENTE OS NOSSOS PENSAMENTOS, QUE A ALMA CARREGA... SE MEU JULGO É LEVE? SINCERAMENTE, NÃO SEI... SE VOU SOBREVIVER ÀS INTEMPÉRIES, ISSO É RESPOSTA, QUE CABE AO FUTURO... POR ENQUANTO, VOU FICANDO NO PRESENTE... AS VEZES EMBREADO, ABRUMADO, MAS COM A CERTEZA, DE QUE DA NATUREZA OS NOSSOS ATOS, QUE DESEMBOCARAM EM NOSSO NOME, QUE POR CERTO VOEJARÃO PELO AR E A VERDADE DESSE PERCURSO, NÃO CONSEGUIRÁ JAMAIS SE DESVIAR... O PORQUÊ DA DESPEDIDA, EIS AÍ ALGO QUE SOA FEITO DÍVIDA... QUANDO A CARNE DA ALMA SE SEPARA, CRIA-SE NO INTERVALO DO TEMPO/ESPAÇO UMA HISTÓRIA LONGA, QUE TALVEZ SÓ VÁ SER DESFEITA EM OUTRAS VINDOURAS EXISTÊNCIAS... LÁ NO BREU DO DENSO OU NO CLAREJAR DO ETÉREO, QUEM DEFINIRÁ O PRESENTE BEM VIVIDO E O FUTURO FRUTÍFERO, AUSTERO, SERÃO OS NOSSOS ATOS, REDIVIVOS, SEM MISTICISMO OU MISTÉRIOS... JOSEMIR (AO LONGO...)

E ASSIM SEGUEM A VIDA E OS RIOS…

AS ÁGUAS CONTINUAM OBEDECENDO O SEU PERCURSO... ELAS NÃO SE TRAEM, NÃO TRAEM, E NEM MUDAM SEU CURSO SIMPLESMENTE POR NÃO GOSTAREM DA LENTIDÃO OU DA RAPIDEZ DE SEU FLUXO... CORREDEIRAS SÃO VERDADES ABSOLUTAS TÊM UM OBJETIVO, SÃO RESOLUTAS. PARTEM SEMPRE EM CONSONÂNCIA NÃO AO QUE SE POSTA ABAIXO, TÊM ORGULHO, NÃO DESÁGUAM EM MORTO RIACHO. PARTEM CÉLERES... POR VEZES CHAMADAS ÁGUAS DO NADA, DAS VICISSITUDES CLAREJAM-SE CRISTALINAS... E SEGUEM SEU PERCURSO, DE FORMA AIROSA, ORGULHOSA, COROADA, POIS NUNCA MUDAM A ATITUDE. ASSIM TALVEZ SEJAM AS ESCRITAS, ELAS REVELAM NOSSO RETRATO... ASSIM SE APRESENTAM AS CRISES, AS GRITAS, SE PERDEM QUANDO EM VEZ, NO EMARANHADO DOS PRÓPRIOS ATOS. ASSIM SE DÁ A VIDA. TODOS NÓS A TEMOS, E DA NATUREZA, QUE É DELA, NOS VESTIMOS. E AÍ, SÃO RISOS PRA QUEM SE EQUILIBRA, E FAGULHAS DE CHAMAS FORTES, AMARELAS, DO QUEIMAR DOS PENSAMENTOS, QUE POR VEZES CEGAMENTE, NÓS MESMO DESTRUÍMOS... E ASSIM SEGUE A VIDA. E ASSIM SEGUEM OS RIOS... JOSEMIR (AO LONGO...)

CHAMADO…

AO LONGE UM CHAMADO... SERIA UM CANTO OU UM SIBILAR DE ALGUM VENTO ENCURRALADO ENTRE OS BECOS DO TEMPO? SÓ SEI QUE OUVI UM SUSSURRO... SERIA TALVEZ O ABRIR DE MINHA ALMA? OU SERIA UMA ARMADILHA DO QUE SE FEZ OBSOLETO E FILHO DO ESCURO? JOSEMIR (AO LONGO...)

 

Novembro 2009
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cheiram mal…

A CADA DIA EM QUE DE FORMA AFICIONADA, TENTO DESCOBRIR QUE VERDADES NADA MAIS SÃO QUE O APRENDIZADO DO QUE SE PRECIPITA EM NÓS MESMOS, E RECONHECER FORMA LIVRE, ALADA, QUE AS EXPECTATIVAS CRIADAS EM TORNO DE OUTRAS PESSOAS NADA SÃO ALÉM DE QUE ERROS POR VEZES GROTESCOS, TOSCOS, MAIS ME DISTANCIO DO QUE FAZ AMEDRONTAR E TRAZ INCONTROLÁVEL ANSIEDADE. PESSOAS EXISTEM QUE NÃO CONSEGUEM DEIXAR DE EXTRAVAZAR E ESPARGIR SUAS AFAIMADAS FANTASIAS, ELAS INFELIZMENTE SE LOCUPLETAM NISSO. ELAS ACREDITAM PIAMENTE, QUE NADA DO QUE FAZEM CARREGA UM GRAMA SEQUER DE INSENSATEZ. JÁ SE DEFINIRAM PERFEITAS E JÁ ASSENTARAM-SE E FIZERAM MORADA NO QUE JULGAM SER O ÉDEN. AH... COMO ARREPENDO-ME DE TER ME APROXIMADO DE PESSOAS, QUE CARREGAM ESSE TIPO SÓRDIDO DE OBJETIVO. SERES QUE DESORIENTADOS, DESORGANIZADOS, INTERIORMENTE ERRADOS, USAM-NOS. TANTO FUI USADO, PARA TANTOS FINS, QUE HOJE CARREGO EM MENTE DE FORMA CONSCIENTE, QUE ESSAS PESSOAS NÃO PASSAM DE ARREMEDOS FRÁGEIS DE SUAS PRÓPRIAS VIDAS. SEMPRE E SEMPRE, PÓS CONCLUIREM UMA OBRA, RASGAM PÁGINAS E MAIS PÁGINAS, QUE VERSAM SOBRE OS SEUS DESMANDOS E ERROS, DEIXANDO FIXADAS SOMENTE AS PÁGINAS EM CUJO CONTEXTO SE ENQUADRAM COMO HEROÍNAS, COMO AGENTES DO QUE SE LHES DELEGA OU SE DEFINE COMO PERFEITO. CONFESSO QUE MEU PEITO AINDA GUARDA UM GOSTO AMARO, UM RELICÁRIO DE LEMBRANÇAS COVARDES SOBRE O QUE A MIM FIZERAM, SOBRE O QUE DE MIM DISSERAM, NA TENTATIVA DESESPERADA QUE ELAS SE IMPUSERAM DE ESCONDER FORMA ETERNA OS SEUS NOJENTOS, MÓRBIDOS E MESQUINHOS ERROS... SÃO RESTOS, DEJETOS, CHEIRAM MAL... josemir (ao longo...)