Deixarei esse blog parado. Motivo? Buscar novos caminhos. Redesenhar-me.
Endereço do blog onde estarei postando doravante:
http://tadeudesouza.wordpress.com/
“A lição nossa de todos os dias…”
A vida, tal qual uma peça teatral, resume-se em atos. No espocar das nossas necessidades, salpicam caóticos, motivos e desejos voantes. Eis, que plasmam-se nossas vontades.
A poesia cantada, ao assumir-nos, retrata nossa avidez. Fazemo-nos livres inseridos em consciência de senso comum.
Partimos decididos ao encontro de nossos afazeres. Embrenhamo-nos pelas diversas vidas, e sem guarida, entregamo-nos aos nossos préstimos. Seres comuns, a caminhar em direção aos seus objetivos. Enfim, somos seres voantes em mente, mas absolutamente afixados ao solo bruto, de onde advém-nos o sustento. E a vida assume-se um grande palco. Nela, discernimos nossos destinos. A platéia, é o todo que nos açambarca, o tudo que nos impulsiona, o entrudo. Mantermo-nos, como povo comum – artistas mambembes -, é o que nossa alma espera fazer reluzir em corpo. Os gracejos, os murmúrios, os iguais a caminhar ao nosso lado, buscando propósitos similares, são nossas inspirações do dia-a-dia. O povo, que se faz nascente do novo, mescla-nos. Nesse mesclar, nesse inserir-se, faz-se presente um modo de vida. Um grande poder. Uma vontade coletiva. As plataformas lotadas dos metrôs, as paradas de ônibus apinhadas de fisionomias cansadas e rústicas… o trânsito caótico, abarrotado por máquinas de vários modêlos, movimentam-se feito bólidos, que já não mais nos trazem medo, somente incomoda-nos.
E o dia em sua plenitude, faz-se definido por essa movimentação sem sincronia, mas perfeitamente decifrável. Por maior seja o ziguezaguear, menos complicado faz-se o chegar. Assim são os mistérios do coletivo. A força do todo que decide. Que consome. Que se faz notícia. Que vigia cidades e Países.
Após o cerrar da cortina, no retorno ao habitat, coloco-me a pensar na essência dos gestos, que vertem da multidão. Uma lição de sabedoria, que o povo a cada dia, nos dá.
“O que os nossos olhos, hipocritamente, não enxergam”
Onze mil cientistas,especialistas e médicos de todo o continente, assustaram-se com a estarrecedora realidade, no Congresso Internacional de AIDS, em Durban, África do Sul, realizado de 9 a 15 de julho.
Um estarrecer não de imagens, mas de realidade. Um advento, que se esparge. Não se pode esconder, o que se faz verdadeiro e gera tragédias. Uma África abandonada à própria sorte, vitimizada pelas inserções e destruições de pesquisadores colonizadores, sedentos não de descobrir males novos, a serem curados, mas sim riquezas, de forma, práticamente gratuita, utilizando de um escuso processo de mão de obra escrava, efetuado pelo próprio africano. Agora, o abandono. A AIDS espalha-se de forma avassaladora, a epidemia se anuncia, a África, se os habitantes do planeta não se dedicarem de forma estóica ao descobrimento de uma vacina que se venha a conter essa doença, fatalmente far-se-á extinta. Uma vacina, que poderia tranquilamente ser explorada e descoberta, pois que dinheiro, existe, porém é fartamente gasto de forma animalesca. A demarcar territórios, supremacias. Poder.
Bom recordar, embora nossas mentes estejam invadidas por quereres outros, que a epidemia virá e atingirá o mundo todo. A extinção desse recurso, traz como unica solução um investir forte para a descoberta de um antídoto. É o que a medicina vaticina, como única possibilidade viável, para a contenção desse espargir trágico.
Se nos ativermos aos dados estatísticos, aí sim, colocaremo-nos em estado aterrorizador.
Segundo a ONU,em seu relatório anual, datado do início de julho, 34.300.000 adultos entre 15 a 49 anos e 1300.000 crianças até 15 anos, são potencialmente portadores do vírus da AIDS.24.500.000, vivem na África subsaariana ou subsariana – corresponde à região do continente africano ao sul do Deserto do Saara, ou seja, aos países que não fazem parte do Norte da África, que apresenta propriedades e características totalmente diversas, tanto no aspecto economico-social, que se assemelha ao Oriente Médio, constituindo-se um mundo islamizado. O Sul da África caracteriza a AFRICA NEGRA, formada em sua totalidade por povos de pele mais escura -; 5.600.000 no sul e sudeste da Ásia; 1.300.000 na América Latina; 900.000 na América do Norte; 530.000 no leste da Ásia e Pacífico; 520.000 na Europa Ocidental; 420.000 na Europa do Leste e Ásia Central; 360.000 no Carige; 220.000 no norte da África e Oriente Médo; e 15.000 na Austrália e Nova Zelândia.
* Fontes oficiais desses dados, site Lepanto – Frente Universitária & estudantil, 12 de novembro de 2010.
O que realmente, acua-nos, é a frieza, com a qual nós, a maioria dos Brasileiros,encaramos uma realidade tão aterrorizadora. Aí, também estão inseridos até o pescoço, o restante dos paises, que imersos estão na hipocrisia farsante de desvalorização do câmbio, para recuperação de um poder pardo e absintado.
Os “Grupos de países poderosos”, quando se reunem, o fazem visando cada qual, a obtenção de ganhos e espaço de poderio, assuntos relacionados principalmente ao Sul da África,cuja população está sendo de forma impiedosa, excluída, não somente por essa epidemia avassaladora, quanto pelas guerras entre próprias etnias, que lá se travam.
Ao colocar em pauta, a malfadada AIDS, também procuro chamar atenção desse continente, que praticamente caminha célere para a exitinção. Podem ter certeza absoluta, que essa atitude omissa de nossa parte, custar-nos-á muitissimo caro.
“Seminário sobre regulação de mídia corre solto em Brasilia. Com farta liberdade de expressão”
Na ânsia indômita e plena de esparrelas explícitas,tentando mostrar serviço ao fim do mandato do governo do Presidente Lula, a oposição estarrecida e até agora viajando, por territórios onde as visagens, os confunde, começa de forma ilusória a fomentar críticas e patrulhamento ao pouco que resta, para ser criticado. Digo pouco, no sentido de que resoluções, pois que são mergulhadas em teorias. Um mundo ausente de praticidade, já que papéis circulam, são analisados, constituem-se ações, são protocolados, e após distribuição, transformados em processo, sem data, etc, etc…
Talvez, bata-lhes ainda na cara os bofetões da inocuidade, da ociosidade, durante esses oito anos. O Globo, sem moral como o restante da mídia atropelada e macerada por Lula, dá destaque aos problemas ocorridos nos exames do ENEM. Beleza! Apontar erros e ajudar em suas correções, é a sina da imprensa livre. Mas, logo após dançar em tablados desconhecidos, procurando coisas outras, putz… Aos organizadores que enodoaram, um projeto de contexto altamente positivo, como o ENEM, a demissão, o afastamento. Simples assim. Franklin Martins, secretário de comunicações, propõe uma agência reguladora de conteúdo nas mídias e coloca-se claramente em defesa de sua proposição alegando, que em diversos países do mundo adotam uma linha que regula os meios eletrônicos, sob o ponto técnico, e uma outra que regula o conteúdo. Não existem nesses países, ninguém que considere essa linha de ação, como uma censura. Segundo Franklin não existe sequer uma intenção remota do governo, de pronunciar-se sobre quais as noticias, que devem ou não ser publicadas. Franklin Martins, alega que a questão é fixar regras em defesa da produção da cultura nacional, regional e da produção independente, observação mais contundente sobre os princípios gerais de equilíbrio e respeito à privacidade, que devem ser observados. O que está sendo proposto, num Seminário Internacional promovido pelo governo, que será realizado hoje e amanhã, tem como objetivo realizar um anteprojeto para o setor, pois para o governo o que atualmente lesgila-se sobre radiofusão, está ultrapassado. Uma discussão ampla, geral e irrestrita. Portas totalmente abertas. Não se debaterá aumento de capital externo nas empresas do setor, nada disso será discutido. Simplesmente, cartas serão postas sobre a mesa, sob a visão de todos. Mediador do seminário, o diretor-executivo do Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel, Eduardo Levy, assegura ser fundamental que a legislação do setor seja atualizada. Em suma, podemos tirar como propósito principal dessa iniciativa, uma regulamentação necessária, que funcione de forma igual, por exemplo, para internet e TVs a cabo e rádios e TVs, que embora produzam conteúdo, não se sujeitam às mesmas regras. Há, sob o ponto de vista lógico, que haver isonomia, através de parâmetros, pois que as teles faturam 180 bi, enquanto as empresas de radiofusão faturam cerca de 13 bi. Seminário aberto, dois dias, discussões bem direcionadas e o que é mais importante, amplamente democrático.
Em minha opinião, o que não pode haver é uma ampla e desavergonhada atitude de apôio camuflado – com exceção do estadão e da veja, que se declararam Serristas -, pra somente uma parcela determinada. Como ocorreu durante as eleições. Nem sempre a imprensa livre, traduz uma imprensa responsável, como no caso do nosso País, onde pouco ou nada, publicou-se em relação a José Serra, e tudo e mais um pouco, foi jogado em Dilma Rousself. Isso não é liberdade de expressão, é canalhice. Pior ainda, é essa imprensa brasileira, que exerce o papel descarado de lamber botas do vencedor, pós-eleição. Essa atitude, longe de ser democrática, é amplamente mafiosa. Muito fácil, ter em mãos a canetinha e o papel.
E apesar de tudo, ainda temos que ler noticias do tipo, que instaura-se a ditadura no Brasil, a olhos vistos: governo Populista, respaldo junto a maioria do povo, censura na imprensa e a “dita cuja”. Pelo amor de Deus… crimes mais hediondos estão vindo à tona, via internet, como os movimentos racistas, e poucos cidadãos elitizados se fazem manifestar. A Imprensa não está acima do bem e do mal, ela não tem moral para ter esse poder, em função até do sensacionalismo, que buscam a qualquer custo. A Imprensa tem que ser livre sim, mas os jornalistas têm que ter mais responsabilidade. A imprensa brasileira é tão vigiada, que até golpe ela tentou criar, aliada a igreja e outros meios, para impedir a vitória de Dilma Rousself. A Imprensa sim, pode não ter caráter, ser extremamente ruim, e tem que aceitar críticas. Aliás, todo esse desespero hediondo da mídia, está diretamente relacionado com as atitudes nojentas, tomadas em relação ao Presidente Lula. Estão com medo do troco, que por certo não haverá de vir, pois que Lula demonstrou claramente, que a mídia brasileira “NÃO TÁ COM NADA”. Exceções óbvio, muitas exceções.
O Miro Teixeira, que eu até hoje não consegui fazer uma leitura politica de seu caráter, diz que qualquer tema a ser debatido sobre os conteúdos jornalísticos, tendem a restringir liberdades. Ô Miro, quem comanda o Brasil?
A Mídia da Globo, onde reina o Jabour, Merval, Miriam e Noblat? Do Estado de São Paulo que evitou ao máximo divulgar os escândalos havidos na equipe de campanha dos demotucanos? A mídia que escondeu os abortos da mulher do Serra? Quebra esse galho Miro Teixeira…
Ninguém em sã consciência, pode dizer que a liberdade de expressão foi cerceada pelo governo, em quaisquer circunstâncias dessa pouca vergonha, que fez da eleição de 2010 no Brasil, o pior exemplo de tudo o que diz respeito à moral. Foi sórdida e nojenta a participação da dessa mídia sem caráter, absolutamente sem nenhuma noção e TOTALMENTE LIVRE.
“Movimentos racistas crescem. No Rio Grande do Sul, grupos neonazistas são caçados pela Polícia”
O surgimento de correntes com tendências assumidamente racistas, eclode no Brasil, ressonando de maneira forte. Depois do movimento SP para os paulistas, reporto-me aqui a Porto Alegre, RS.
Um vídeo com cenas de violência entre agressores negros e vitimas brancas, sobre politica de cotas para negros, nas universidades, além de alusões depreciativas às imagens do Senador Paulo Paim e da ex-ministra da Igualdade Racial, Matilde Ribeiro, foi encontrado e recolhido pela Policia Civil gaúcha,numa ação realizada contra um grupo neonazista em Porto Alegre, RS.
O grupo, White Power Sul Skin, prega limpeza racial e a ferrenha doutrina de que negros, homossexuais e judeus são inferiores.
O material apresentava alem do Vídeo, CD’s, DVD’s, uma soqueira, facas, correntes, um lap-top, fotografias, cartazes, distintivos, camisetas, e foi apreendido em uma residencia.
O dono dos objetos, não foi encontrado. Os movimentos criminosos no Brasil, estão solidificando-se, notadamente em SP e no RS. Descerra-se a cortina, do racismo oculto, o racismo de entrelinhas, que nos dias de hoje, faz-se mais aberto e declarado, crescendo e muito. A apreensão desse material criminoso, foi realizada no início da tarde dessa sexta-feira, no centro de Porto Alegre. O senador eleito Paulo Paim, deixa claro em entrevistas, que não se sente de forma alguma, intimidado por tais elementos.
Paim é tido como um dos principais alvos dos grupos atuantes neonazistas gaúchos, pelo fato de ser um dos politicos mais ativos em relação à igualdade de direitos sociais, notabilizando-se como um dos mais ferrenhos defensores dos negros no Senado, procurando aferir-lhes situações de garantia, no que se refere às igualdades.
Em depoimento dado à Imprensa, Paim declara, que “pretendo fazer uma audiência pública no Congresso, chamar a CNBB, a OAB, o Ministério da Justiça, porque isso tal fato, é uma situação nacional. Isso é inadmissível, enquanto os EUA elegem um presidente negro, a Bolívia, um índio, e o Brasil, um operário e, agora, uma mulher”.
O delegado responsável pela operação, delegado Jardim, destaca, que existem suspeitas fundadas de que os grupos neonazistas estariam organizando atentados em sinagogas, em passeatas,como a Parada do Orgulho Gay, e o Dia da Consciencia Negra (20 de novembro).
Dados estudados e investigados ao longo do período, revelam que elementos da classe média, são maioria entre os integrantes desses grupos, também existindo elementos da classe alta e uma minoria, de origem mais humilde. Esses elementos apresentam-se afinados uns aos outros. Tatuagens e discursos, caracterizam de forma geral, sua identidade. Além disso, lêem muito e até indicam obras, para que os “leigos”, possam saber mais sobre sua “doutrina” racista.
Oficialmente, em solo gaúcho, a policia contabiliza 40 elementos indiciados, alguns jugados e penalizados, outros sendo procurados. Lucas Azevedo, jornalista do Carta Capital, relata, que “em maio de 2005 doze neonazistas agrediram três jovens judeus num bairro boêmio de Porto Alegre durante a comemoração do fim do holocausto. Em setembro de 2007, após um Grenal, um grupo de punks foi agredido na saída da partida. Um deles recebeu 11 facadas, mas sobreviveu. Já em junho de 2009, dois skinheads atacaram um casal de punks na saída de um supermercado, na região central da capital gaúcha. No mesmo ano, a polícia desmantelou cinco células neonazistas no Estado. Bombas que seriam utilizadas em sinagogas foram apreendidas.”
Não me agrada ter que escrever sobre isso… mas necessário se faz, que possamos destacar de forma bem clarejada, esses fatos. Estejam certos, que jamais me calarei, diante essas ocorrências espúrias e sórdidas.
O que se faz errado, tem que ser combatido. O Brasil, em sua essência, não se faz habitat desses movimentos vis, covardes e criminosos. Como alvos de perseguição, cabe-nos o direito de revidar, sempre.
Que os gaúchos e paulistas, possam estar atentos ao que se aflora, em seus solos.
Somos todos Brasileiros e temos o mesmo refrão, não podemos admitir no Brasil tamanho retrocesso… quaisquer sejam os estados.
a marcha e as balas de prata dos desesperados.
Chega a ser tocante… os anti-Lulistas, o jornaleco, a simplesmente folha “ao léu”, anuncia de forma insossa e esquálida, uma queda de 12 pontos percentuais de Dilma Rousself. Uma lástima, uma tocante e orquestrada forma de agir, que através da mentira repetida várias vezes, busca dar um minimo de credibilidade a uma totalmente desgastada e descredibilizada instiuição. Aguardo agora que até o dia 3, Serra ultrapasse Dilma…
Nenhum acontecimento, no campo lógico, poderia fazer com que essa diferença se fizesse tão favorável a um candidato obscuro, recorrente, frágil e absolutamente inepto. Lógica talvez existisse, se Medusa Marina, obtivesse um crescimento, que desmantelasse Serra, o que não vem ocorrendo. Repito de forma bem clara, que um jornaleco inexistente, jamais teria condições de interferir, a não ser através do canalha aviltamento de números, numa “virada” tão grande, a 5 dias da eleição. Óbvio, que essa notícia eclodirá no Jornal Nacional, de forma avassaladora e gritantemente escancarada. Faz parte do jogo. Nós já esperávamos. Assim como esperamos, o apito final. Numa realidade de 80% de aceitação popular, na mesma instituição estatística, com as mesmas pessoas, em iguais datas, a apresentação de um resultado desses, no mínimo, faz-se tão incoerente quanto irresponsável. Essa pesquisa é o intróito para o lançamento e posterior ação da rede globo, junto ao debate e sabe-se lá, a próxima e fatídica bala de prata, lançada em outras eleições. Somos pacientes. Se não vier agora a vitória em primeiro turno – o que não acredito -, virá no segundo turno. Ledo engano, esse da Datafolha, em tentar manejar numeros. Lógico, que existe ninguém invencível. Isso a vida nos ensina. Mas evidente, que num confronto dessa monta, não existem milagres. Portanto, que chegue já o dia 03 de Outubro. Quero rir e muito. Uma das máximas da vida, diz respeito ao ato real de respeitar-se uma vontade coletiva. O povo, pode até deixar-se manipular, MAS JAMAIS SE VENDE, JAMAIS TRAI. Assim foi durante toda minha vida. Assim aconteceu das outras vezes. Ao final, Dilma lá! A imprensa está perdendo mais e mais a sua credibilidade. Eu acho muito bom. E democrático. Arbitraram-se esse destino. Irão, obviamente, tê-lo.
VERGONHOSO! ABSOLUTAMENTE VERGONHOSO!
As relações políticas entre autoridades do País e alguns canditatos a presidencia atingem o limite da discrepância, da imoralidade. O povo Brasileiro, ainda bem, está assistindo a esse mesquinho e desregrado favorecimento ao candidato José Serra, pelo Ministro Gilmar do STF. Nenhum País, pode em sã consciência assistir a um Ministro, no caso, Gilmar Mendes, pedir vistas de um processo, num momento em que o placar favorável do pedido do PT, com relação de um só documento, fazia-se vitorioso com uma goleada acachapante de 7 votos a zero. Principalmente agora, quando nos vem a notícia de que o julgamento foi encerrado, após telefonema do Zé Serra pra Gilmar Mendes, numa conversa cheia de intimidade, entre os bons “amigos” inimigos do País. É hora de se dar um basta a essa relação bem mais inconsequente, do que todas as balas de prata, desesperadamente lançadas contra o governo.
Não existe o averiguar, o povo deve ir além. Deve azucrinar Gilmar Mendes, exigir dele – que é pago e muito bem pago por nós brasileiros -, um minimo de compostura e um pronunciamento aberto ao povo, desculpando-se. Como um trabalhador se desculpa, por uma falha na empresa onde trabalha.
O povo, se confirmada essa triste história, deve exigir. A imprensa isenta, deve noticiar. Enfim, todos sem exceção, devem saber que no STF já existe um ministro, que como saudação a um telefonema de José Serra, responde com um efusivo e radiante: “Fala MEU PRESIDENTE”.
josemir tadeu de souza.
LEIA MATÉRIA ABAIXO:
Jornal: sessão foi adiada após conversa de Serra com ministro do STF
De acordo com reportagem publicada no jornal Folha de S. Paulo desta quinta-feira (30), o ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes interrompeu o julgamento de um recurso do PT contra a obrigatoriedade de apresentação dos dois documentos na hora de votar após receber uma ligação do candidato do PSDB à presidência da República, José Serra. Depois de participar de um encontro com representantes de servidores em São Paulo, Serra teria pedido que um assessor telefonasse para o ministro por volta das 14h segundo testemunho de um repórter do jornal.
Segundo o jornal, Serra recebeu um celular das mãos de um ajudante de ordens para falar com Mendes. O tucano o teria cumprimentado como “meu presidente”. Ao final da ligação, o presidenciável ainda brincou com os jornalistas, perguntando-os o que estavam “xeretando”. A despeito da maioria – sete votos a zero de um universo de dez – o julgamento não foi concluído porque o ministro Gilmar Mendes pediu vista dos autos e paralisou a análise do caso. A votação deve ser retomada nesta quinta-feira e, após o voto e justificativa de Mendes, os demais ministros ainda podem mudar seus votos. Tucanos apontam a obrigatoriedade da apresentação de dois documentos como um fator pró-Serra e contra sua principal adversária, Dilma Rousseff (PT).
Fonte: Terra – Eleições 2010
http://noticias.terra.com.br/eleicoes/2010/noticias/0,,OI4708565-EI15315,00-Jornal+sessao+foi+adiada+apos+conversa+de+Serra+com+ministro+do+STF.html
Gilson Caroni: Marina,a segunda morte de Chico Mendes.
Há muito venho observando as nuances, o viés e a falta de direção, nessa trilha de Marina Silva. Será que o poder, de forma resoluta, assumiu-lhe ideal e alma?
Onde pode a candidata Marina, buscar razões para abrir sinais ou vertentes de entendendimentos com os tucanos desbotados e amorais?
Marina, sua atitude, mancha a memória de Chico Mendes. Sua conduta reforça o dito popular, que “o faminto quando vê comida, pensa que a vida é somente comer”.
Tudo e qualquer reação poderia ser tomada por voce Marina. Admite-se, que reações diferentes, possam ser assumidas em época eleitoral. Mas jamais a atitude pérfida, de abrir entendimentos com os tucanos, para unidos, derrotarem – o que se faz notadamente impossível -, Dilma Rousself.
Uma lástima a sua postura Marina. Um exemplo claro, de como não se deve proceder na vida, quaisquer que sejam as supostas vantagens, que se coloquem visíveis. Voce tem sido digna da admiração de um Caetano Veloso, um bobo alegre, prolixista, que se faz camaleão, a cada eleição. Cada vez mais próximo dos podres poderes.
josemir tadeu de souza.
Marina Silva e as novas florestas
por Gilson Caroni
O verdadeiro mestre não é somente o professor que sabe dar a aula com a lição na ponta da língua – é, sobretudo, aquele que sabe fazer discípulos. Quanto ao discípulo, é este mais do que o aluno que aproveita a lição na sala de aula. Na verdade, corresponde ao prolongamento do mestre, retendo-lhe o fascínio pelo resto da vida, como se o saber do professor continuasse a acompanhá-lo além do curso, alongando-lhe a presença.
Cortejada pela grande imprensa como possibilidade de levar a eleição para o segundo turno, Marina parece bailar nas decisões hamletianas: faz que vai e volta do meio para trás como cantilena do Grande Sertão. Já não convida mais seu coração para dar batalha. Quando está madura a oportunidade de colocar o Brasil na trilha das aspirações populares, a “cabocla de tantas malárias e alergias” coloca-se como linha auxiliar de uma elite desprovida de projeto de consenso para o país.
Rifando sua biografia, tergiversa sobre questões caras ao campo democrático-popular do qual, até bem pouco tempo, foi militante expressiva. A mulher que apostava na organização do povo como único agente capaz de resolver seus próprios problemas, elegendo suas prioridades e lutando para atingi-las, deu lugar a uma “celebridade” que, pretextando buscar um novo espaço político, reproduz o discurso dos editoriais reacionários. Deixou de dar valor ao partido político, ao sindicato, aos movimentos populacionais, às ações associativas. Esqueceu que são essas as instâncias capazes de superar um modo de vida que não corresponde às expectativas reais dos seres humanos de verdade.
Sua candidatura busca cobrir um vazio que não existe. Hoje, todos reconhecem que o crescimento econômico deve ser visto como condição necessária, mas não suficiente, do desenvolvimento social. O governo petista criou as condições políticas para o surgimento de uma nação que efetivamente combate a miséria e a pobreza extremas, implementando princípios econômicos que aumentaram a oferta de emprego e a remuneração condigna de trabalho.
Há oito anos, a visão progressista contempla valores ambientais imprescindíveis à saúde e ao bem-estar do ser humano, não isentando, como muitos querem crer, as elites regiamente capitalizadas nos tempos do consórcio demo-tucano. Sendo assim, onde estaria a novidade, e até mesmo a necessidade da agenda de Marina Silva?
Equilíbrio ambiental e desenvolvimento sustentável são elementos indispensáveis ao futuro do país. Exigem do movimento ecológico uma reformulação radical que o torne matriz de uma nova esquerda. A Amazônia é um exemplo. Seu desmatamento é obra conjunta de latifundiários, grandes empresários e empresas mineradoras. São os inimigos a serem confrontados prontamente. É essa a perspectiva da “doce” Marina e seus aliados recentes?
Quando em entrevista a uma revista semanal, a ex-ministra do Meio Ambiente disse: “tenho um sentimento que mistura gratidão e perda em relação ao PT. Sair do partido foi, para mim, um processo muito doloroso. Perdi quase 3 quilos. Foi difícil explicar até para meus filhos. No álbum de fotografias, cada um deles está sempre com uma estrelinha do partido. É como se eu tivesse dividido uma casa por muito tempo com um grupo de pessoas que me deram muitas alegrias e alguns constrangimentos. Mudei de casa, mas continuo na mesma rua, na mesma vizinhança”. Marina mistura oportunismo e desorientação espacial.
A senadora do PV sabe que, uma vez derrubada, a floresta não se recompõe. Que tipo de “empates” se propõe travar com as alianças escolhidas? O partido que a convidou para bailar sobrevive de parcerias antagônicas a sua antiga história de combatividade, coerência e superação. Como nas matas degradadas, a política tem fios de navalha onde tudo perde a cor e dificilmente se refaz. A rua e a vizinhança são decorrências geográficas de escolhas caras. No caso de Marina, tudo mudou.
Chico Mendes reafirmava que “se descesse um enviado dos Céus e me garantisse que minha morte iria fortalecer nossa luta, até que valeria a pena. Mas a experiência nos ensina o contrário. Então eu quero viver”.
Por sua discípula isso está cada vez mais improvável.
fonte: Vi o mundo
o que voce não vê na mídia
por Luiz Carlos Azenha
http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/gilson-caroni-marina-a-segunda-morte-de-chico-mendes.html
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AS VÍBORAS DO PIG, AUTO-IMOLAM-SE!
Os sinais clarejados e inspirados, que volitam e cintilam nos céus de uma democracia plena, traz à tona, questionamentos. Questionamentos profundos, que nos induzem a analisar com seriedade e abnegação, o comportamento de algumas estruturas midiáticas, que durante anos, vêm prestando serviços (ounão), de carater informativo. Será que sempre estivemos vivendo o engodo de uma mídia entregue e vendida? Será que essa pseudo-demonstração de uma suposta verdade, não tenha sido um embuste, visando preparar etapas, pra essa potura vergonhosa, que da qual hoje se assume essa mídia imoral?
O posicionamento do Estadão, da forma como se processa sempre um procedimento no âmbito de um sistema democrático, parece ter desagradado seus parceiros. O Globo, a Folha, a Veja, assumem-se víboras letalmente traídas. O tema que se faz central, nos editoriais dessa imprensa hedionda, diz respeito ao livre processo de expressão. Ora, o que o Estadão fêz? De forma livre, coerente, postou-se de forma pública perante ao povo (uma meia dúzia de leitores burgueses), deixando clara a sua posição em relação a sua predileção politica.
Agora, esse mesmo veículo informativo, ativo participante do PIG, vê-se criticado pelos seus até ontem, afetivos companheiros.
Não vou julgar a postura do Estadão em relação ao passado, conseqüências devem ser assumidas por quem pratica os atos. Mas claramente, observa-se, que a lacuna aberta no covil das cobras, deixou lá suas marcas…
josemir tadeu de souza.
Abaixo matéria extraída do Brasil Atual.
Estadão assume apoio a Serra. E agora, José?
Por: Fábio M. Michel, Rede Brasil Atual
Publicado em 26/09/2010
Declaração de voto ao tucano provoca perguntas sobre o passado e o futuro do jornal paulistano
São Paulo – Neste domingo (26), o jornal O Estado de S.Paulo (Estadão) assume em seu editorial que apóia o candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra e assume que a decisão traz consigo uma responsabilidade pesada. Talvez, porém, a tonelagem tenha sido mal calculada.
(Leia a íntegra do editorial do Estadão)
Sob o título de “O mal a evitar”, a confirmação preferencial pelo tucano, que de resto já era claramente notada em sua cobertura jornalística, é feita por um texto carregado de ressentimento, provavelmente levado ao máximo pelas pesquisas eleitorais, que demonstram franco favoritismo de Dilma Rousseff, e pelas recentes respostas de Lula à onda de denuncismo que recheou os principais veículos de comunicação do país nas últimas semanas, com o Estadão entre seus representantes mais ferrenhos.
O editorial se vangloria de ter provocado a ira presidencial, classifica Lula de embusteiro e de chefe de facção, entre outras (des)qualificações e mostra que enxerga na iminente eleição de Dilma Rousseff uma clara ameaça às liberdades institucionais – novamente a tática já usada (e derrotada) em 2002, quando o mesmo Serra disputou o Planalto contra Lula.
Pois bem, além de provavelmente não alterar em nada o presente quadro eleitoral presidencial, a opção desperta indagações importantes quanto ao passado e ao futuro do Estadão.
Em relação ao passado, as primeiras questões que se levantam são: o jornal se alinha ao PSDB e a tudo que o partido representa desde quando? Esse alinhamento explicaria por que nestas eleições o Estadão jamais se moveu com a mesma tenacidade dedicada às denúncias que poderiam abalar a candidatura petista para apurar denúncias e suspeitas que envolvessem tucanos e aliados – como a corrupção assumida e declarada no Mato Grosso do Sul entre deputados estaduais, Ministério Público, Judiciário e o governador André Puccinelli, aliado de Serra naquele Estado, só para citar a mais recente delas?
Por essa escolha é que o Estadão insiste na versão de que Dilma Rousseff é uma candidata inventada por Lula, para “segurar o lugar do chefão e garantir o bem-estar da companheirada”, como diz o rancoroso editorial, sem jamais documentar que a candidatura Dilma foi submetida à aprovação de praticamente todos as instâncias de decisão do PT, inclusive em convenções estaduais, com a própria tendo passado por processos internos de votação?
Ou seja, exercendo plenamente os ditames de uma democracia, ao mesmo tempo em que a oposição – com suporte da grande mídia – foi obrigada a esperar pela decisão autoritária e egoísta de José Serra, cuja empáfia quase provoca a ruptura do partido com o grupo liderado por Aécio Neves, o que poderia ter antecipado o já anunciado fim da atual configuração da legenda.
Retomando os questionamentos. Se essa opção já foi decidida há tempos, foi ela também que faz o Estadão ignorar as inúmeras evidências de desvios de conduta e de esquemas de propinas envolvendo as construções do metrô paulistano? As reiteradas denúncias acerca das circuntâncias que levaram a Nossa Caixa a um estado pré-falimentar, a ponto de ter sido assumida pelo federal Banco do Brasil – o que nos remete à ainda pouco esclarecida história da privatização do Banespa e da Cosesp?
Pode-se associar à parceria Estadão/José Serra a ausência de investigação sobre a grande quantidade de requerimentos de CPIs para investigar possíveis irregularidades nas gestões Covas, Alckmin e Serra, em praticamente todas as áreas e secretarias estaduais, e que estão “esquecidas” nas gavetas e arquivos da Assembléia Legislativa Paulista?
Outros questionamentos aplicam-se ao futuro do jornal e à maneira como pretende exercer sua atividade-meio a partir da decisão assumida neste domingo.
Acreditam seus editores que a declaração de sua adesão eleitoral é suficiente para isentar o veículo – e todo o grupo econômico que o jornal integra – de responsabilidade sobre sua produção jornalística daqui em diante?
Ou seus leitores continuarão a receber o panfleto em que o diário centenário foi transformado, sem responsabilidade sobre sua própria credibilidade, ao publicar denúncias fartamente desmentidas e sem fundamento, manchetes puramente sensacionalistas e tantos outros equívocos básicos, inadmissíveis para uma publicação de seu porte e relevância?
Enfim, em que medida o Estadão calcula que a admissão de apoio – com tantos indícios de cumplicidade – pode vir a manchar a credibillidade conquistada até aqui?
Tomando emprestada uma das frases do desde já histórico editorial “não precisaria ser assim”. O jornal que muito justamente se orgulha de ter publicado receitas de bolo como forma de denunciar a censura imposta pela ditadura – num período em que se igualou a Dilma Rousseff na luta pelos ideais democráticos – tem tempo de sobra para recapitular e entender que, simplesmente, o país mudou.
E que se há evidências de que o atual governo tem em seus meios nichos de corrupção a serem extirpados da vida pública, é essencial para a democracia que o Estadão diz defender que a vigilância seja exercida de forma leal, correta e, importantíssimo, de forma igualitária sobre todas as instâncias de poder, inclusive as aspirantes.
Não pode mais basear seu noticiário em denúncias sem provas, em acusações que beiram, essas sim, à irresponsabilidade institucional. É o que todos esperam da imprensa, inclusive os milhões que deverão levar Dilma Rousseff a ser a futura presidente do Brasil, à revelia desse setor da imprensa que insiste em representar um pais que ficou para trás.
O Estadão dá claros sinais de que está assustado e desorientado. Depois de tantos tiros no pé, já há sinais de que a arma pode estar sendo apontada para a própria cabeça.
É o caso de dizer aos editores deste que um dia foi ao menos um exemplo de bom jornalismo: “calma, Estadão, não há o que temer. Você ainda não percebeu, mas está entre verdadeiros amigos.”
Fonte: rede Brasil Atual
http://www.redebrasilatual.com.br/multimidia/blogs/blog-na-rede/estadao-assume-apoio-a-serra.-desde-quando
VÊ SE TE ENXERGA FERNANDO HENRIQUE CARDOSO!
FHC, revela-se em verdade um grande bossal. Em entrevista concedida ao Financial Times, admite a vitória de Dilma Rousself – chamou de forma indireta todo o PSDB e José Serra de “Burros” -.
Definindo-se idiotizado e absolutamente levado pela extrema vaidade, que assola todos os seus similares, trouxe pra si o êxito de todas as vitórias do Governo Lula, cometendo o disparate vergonhoso e inconsequente de afirmar, que Lula apenas deu prosseguimento aos projetos criados por ele, e mesmo assim de forma errônea, estagnando o desenvolvimento do País. Óbvio que esse fanfarrão deve estar sendo alvo de críticas e deboches enormes na Europa. Se bem tivesse sido o seu governo, por que os candidatos de seu partido, não vencem as eleições presidencias, há exatos oito anos?
O que FHC deixou de bom no Brasil, após seu esquálido e medroso governo, a não ser dividas e mais dívidas, um salário de fome de 180 reais, uma enorme quantidade de desempregados, um número enorme de brasileiros vivendo em total miséria, uma divida externa tida como impagável, um conceito sórdido de que os aposentados brasileiros são uns vagabundos, um processo de privatização absurdo e sem qualquer resultado prático, pois que entregamos nossas riquezas, e maiores tornaram-se nossas dívidas.
Quem és tu, ó insignificante janota?
Suas afirmações embasadas em arroubos de uma economia infundada, apenas dão-nos a exata noção do tamanho de sua mediocridade.
Vá pra rua ajudar o Serra em sua campanha!
Embora nós saibamos, que seu lugar é aí no interior das ratoeiras, a ditar ordens e fomentar golpes, sem colocar a cara pra bater.
Poupe-nos FHC!
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