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Archive for setembro \27\UTC 2010

Gilson Caroni: Marina,a segunda morte de Chico Mendes.

Há muito venho observando as nuances, o viés e a falta de direção, nessa trilha de Marina Silva. Será que o poder, de forma resoluta, assumiu-lhe ideal e alma?

Onde pode a candidata Marina, buscar razões para abrir sinais ou vertentes de entendendimentos com os tucanos desbotados e amorais?

Marina, sua atitude, mancha a memória de Chico Mendes. Sua conduta reforça o dito popular, que “o faminto quando vê comida, pensa que a vida é somente comer”.

Tudo e qualquer reação poderia ser tomada por voce Marina. Admite-se, que reações diferentes, possam ser assumidas em época eleitoral. Mas jamais a atitude pérfida, de abrir entendimentos com os tucanos, para unidos, derrotarem – o que se faz notadamente impossível -, Dilma Rousself.

Uma lástima a sua postura Marina. Um exemplo claro, de como não se deve proceder na vida, quaisquer que sejam as supostas vantagens, que se coloquem visíveis. Voce tem sido digna da admiração de um Caetano Veloso, um bobo alegre, prolixista, que se faz camaleão, a cada eleição. Cada vez mais próximo dos podres poderes.

josemir tadeu de souza.

Marina Silva e as novas florestas
por Gilson Caroni

O verdadeiro mestre não é somente o professor que sabe dar a aula com a lição na ponta da língua – é, sobretudo, aquele que sabe fazer discípulos. Quanto ao discípulo, é este mais do que o aluno que aproveita a lição na sala de aula. Na verdade, corresponde ao prolongamento do mestre, retendo-lhe o fascínio pelo resto da vida, como se o saber do professor continuasse a acompanhá-lo além do curso, alongando-lhe a presença.

Cortejada pela grande imprensa como possibilidade de levar a eleição para o segundo turno, Marina parece bailar nas decisões hamletianas: faz que vai e volta do meio para trás como cantilena do Grande Sertão. Já não convida mais seu coração para dar batalha. Quando está madura a oportunidade de colocar o Brasil na trilha das aspirações populares, a “cabocla de tantas malárias e alergias” coloca-se como linha auxiliar de uma elite desprovida de projeto de consenso para o país.

Rifando sua biografia, tergiversa sobre questões caras ao campo democrático-popular do qual, até bem pouco tempo, foi militante expressiva. A mulher que apostava na organização do povo como único agente capaz de resolver seus próprios problemas, elegendo suas prioridades e lutando para atingi-las, deu lugar a uma “celebridade” que, pretextando buscar um novo espaço político, reproduz o discurso dos editoriais reacionários. Deixou de dar valor ao partido político, ao sindicato, aos movimentos populacionais, às ações associativas. Esqueceu que são essas as instâncias capazes de superar um modo de vida que não corresponde às expectativas reais dos seres humanos de verdade.

Sua candidatura busca cobrir um vazio que não existe. Hoje, todos reconhecem que o crescimento econômico deve ser visto como condição necessária, mas não suficiente, do desenvolvimento social. O governo petista criou as condições políticas para o surgimento de uma nação que efetivamente combate a miséria e a pobreza extremas, implementando princípios econômicos que aumentaram a oferta de emprego e a remuneração condigna de trabalho.

Há oito anos, a visão progressista contempla valores ambientais imprescindíveis à saúde e ao bem-estar do ser humano, não isentando, como muitos querem crer, as elites regiamente capitalizadas nos tempos do consórcio demo-tucano. Sendo assim, onde estaria a novidade, e até mesmo a necessidade da agenda de Marina Silva?

Equilíbrio ambiental e desenvolvimento sustentável são elementos indispensáveis ao futuro do país. Exigem do movimento ecológico uma reformulação radical que o torne matriz de uma nova esquerda. A Amazônia é um exemplo. Seu desmatamento é obra conjunta de latifundiários, grandes empresários e empresas mineradoras. São os inimigos a serem confrontados prontamente. É essa a perspectiva da “doce” Marina e seus aliados recentes?

Quando em entrevista a uma revista semanal, a ex-ministra do Meio Ambiente disse: “tenho um sentimento que mistura gratidão e perda em relação ao PT. Sair do partido foi, para mim, um processo muito doloroso. Perdi quase 3 quilos. Foi difícil explicar até para meus filhos. No álbum de fotografias, cada um deles está sempre com uma estrelinha do partido. É como se eu tivesse dividido uma casa por muito tempo com um grupo de pessoas que me deram muitas alegrias e alguns constrangimentos. Mudei de casa, mas continuo na mesma rua, na mesma vizinhança”. Marina mistura oportunismo e desorientação espacial.

A senadora do PV sabe que, uma vez derrubada, a floresta não se recompõe. Que tipo de “empates” se propõe travar com as alianças escolhidas? O partido que a convidou para bailar sobrevive de parcerias antagônicas a sua antiga história de combatividade, coerência e superação. Como nas matas degradadas, a política tem fios de navalha onde tudo perde a cor e dificilmente se refaz. A rua e a vizinhança são decorrências geográficas de escolhas caras. No caso de Marina, tudo mudou.

Chico Mendes reafirmava que “se descesse um enviado dos Céus e me garantisse que minha morte iria fortalecer nossa luta, até que valeria a pena. Mas a experiência nos ensina o contrário. Então eu quero viver”.

Por sua discípula isso está cada vez mais improvável.

fonte: Vi o mundo
            o que voce não vê na mídia
            por Luiz Carlos Azenha

http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/gilson-caroni-marina-a-segunda-morte-de-chico-mendes.html

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AS VÍBORAS DO PIG, AUTO-IMOLAM-SE!

Os sinais clarejados e inspirados, que volitam e cintilam nos céus de uma democracia plena, traz à tona, questionamentos. Questionamentos profundos, que nos induzem a analisar com seriedade e abnegação, o comportamento de algumas estruturas midiáticas, que durante anos, vêm prestando serviços (ounão), de carater informativo. Será que sempre estivemos vivendo o engodo de uma mídia entregue e vendida? Será que essa pseudo-demonstração de uma suposta verdade, não tenha sido um embuste, visando preparar etapas, pra essa potura vergonhosa, que da qual hoje se assume essa mídia imoral?

O posicionamento do Estadão, da forma como se processa sempre um procedimento no âmbito de um sistema democrático, parece ter desagradado seus parceiros. O Globo, a Folha, a Veja, assumem-se víboras letalmente traídas. O tema que se faz central, nos editoriais dessa imprensa hedionda, diz respeito ao livre processo de expressão. Ora, o que o Estadão fêz? De forma livre, coerente, postou-se de forma pública perante ao povo (uma meia dúzia de leitores burgueses), deixando clara a sua posição em relação a sua predileção politica.

Agora, esse mesmo veículo informativo, ativo participante do PIG, vê-se criticado pelos seus até ontem, afetivos companheiros.

Não vou julgar a postura do Estadão em relação ao passado, conseqüências devem ser assumidas por quem pratica os atos. Mas claramente, observa-se, que a lacuna aberta no covil das cobras, deixou lá suas marcas…

josemir tadeu de souza.

Abaixo matéria extraída do Brasil Atual.

Estadão assume apoio a Serra. E agora, José?

 Por: Fábio M. Michel, Rede Brasil Atual

Publicado em 26/09/2010

Declaração de voto ao tucano provoca perguntas sobre o passado e o futuro do jornal paulistano

São Paulo – Neste domingo (26), o jornal O Estado de S.Paulo (Estadão) assume em seu editorial que apóia o candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra e assume que a decisão traz consigo uma responsabilidade pesada. Talvez, porém, a tonelagem tenha sido mal calculada.

(Leia a íntegra do editorial do Estadão)

Sob o título de “O mal a evitar”, a confirmação preferencial pelo tucano, que de resto já era claramente notada em sua cobertura jornalística, é feita por um texto carregado de ressentimento, provavelmente levado ao máximo pelas pesquisas eleitorais, que demonstram franco favoritismo de Dilma Rousseff, e pelas recentes respostas de Lula à onda de denuncismo que recheou os principais veículos de comunicação do país nas últimas semanas, com o Estadão entre seus representantes mais ferrenhos.

O editorial se vangloria de ter provocado a ira presidencial, classifica Lula de embusteiro e de chefe de facção, entre outras (des)qualificações e mostra que enxerga na iminente eleição de Dilma Rousseff uma clara ameaça às liberdades institucionais – novamente a tática já usada (e derrotada) em 2002, quando o mesmo Serra disputou o Planalto contra Lula.

Pois bem, além de provavelmente não alterar em nada o presente quadro eleitoral presidencial, a opção desperta indagações importantes quanto ao passado e ao futuro do Estadão.

Em relação ao passado, as primeiras questões que se levantam são: o jornal se alinha ao PSDB e a tudo que o partido representa desde quando? Esse alinhamento explicaria por que nestas eleições o Estadão jamais se moveu com a mesma tenacidade dedicada às denúncias que poderiam abalar a candidatura petista para apurar denúncias e suspeitas que envolvessem tucanos e aliados – como a corrupção assumida e declarada no Mato Grosso do Sul entre deputados estaduais, Ministério Público, Judiciário e o governador André Puccinelli, aliado de Serra naquele Estado, só para citar a mais recente delas?

Por essa escolha é que o Estadão insiste na versão de que Dilma Rousseff é uma candidata inventada por Lula, para “segurar o lugar do chefão e garantir o bem-estar da companheirada”, como diz o rancoroso editorial, sem jamais documentar que a candidatura Dilma foi submetida à aprovação de praticamente todos as instâncias de decisão do PT, inclusive em convenções estaduais, com a própria tendo passado por processos internos de votação?

Ou seja, exercendo plenamente os ditames de uma democracia, ao mesmo tempo em que a oposição – com suporte da grande mídia – foi obrigada a esperar pela decisão autoritária e egoísta de José Serra, cuja empáfia quase provoca a ruptura do partido com o grupo liderado por Aécio Neves, o que poderia ter antecipado o já anunciado fim da atual configuração da legenda.

Retomando os questionamentos. Se essa opção já foi decidida há tempos, foi ela também que faz o Estadão ignorar as inúmeras evidências de desvios de conduta e de esquemas de propinas envolvendo as construções do metrô paulistano? As reiteradas denúncias acerca das circuntâncias que levaram a Nossa Caixa a um estado pré-falimentar, a ponto de ter sido assumida pelo federal Banco do Brasil – o que nos remete à ainda pouco esclarecida história da privatização do Banespa e da Cosesp?

Pode-se associar à parceria Estadão/José Serra a ausência de investigação sobre a grande quantidade de requerimentos de CPIs para investigar possíveis irregularidades nas gestões Covas, Alckmin e Serra, em praticamente todas as áreas e secretarias estaduais, e que estão “esquecidas” nas gavetas e arquivos da Assembléia Legislativa Paulista?

Outros questionamentos aplicam-se ao futuro do jornal e à maneira como pretende exercer sua atividade-meio a partir da decisão assumida neste domingo.

Acreditam seus editores que a declaração de sua adesão eleitoral é suficiente para isentar o veículo – e todo o grupo econômico que o jornal integra – de responsabilidade sobre sua produção jornalística daqui em diante?

Ou seus leitores continuarão a receber o panfleto em que o diário centenário foi transformado, sem responsabilidade sobre sua própria credibilidade, ao publicar denúncias fartamente desmentidas e sem fundamento, manchetes puramente sensacionalistas e tantos outros equívocos básicos, inadmissíveis para uma publicação de seu porte e relevância?

Enfim, em que medida o Estadão calcula que a admissão de apoio – com tantos indícios de cumplicidade – pode vir a manchar a credibillidade conquistada até aqui?

Tomando emprestada uma das frases do desde já histórico editorial “não precisaria ser assim”. O jornal que muito justamente se orgulha de ter publicado receitas de bolo como forma de denunciar a censura imposta pela ditadura – num período em que se igualou a Dilma Rousseff na luta pelos ideais democráticos – tem tempo de sobra para recapitular e entender que, simplesmente, o país mudou.

E que se há evidências de que o atual governo tem em seus meios nichos de corrupção a serem extirpados da vida pública, é essencial para a democracia que o Estadão diz defender que a vigilância seja exercida de forma leal, correta e, importantíssimo, de forma igualitária sobre todas as instâncias de poder, inclusive as aspirantes.

Não pode mais basear seu noticiário em denúncias sem provas, em acusações que beiram, essas sim, à irresponsabilidade institucional. É o que todos esperam da imprensa, inclusive os milhões que deverão levar Dilma Rousseff a ser a futura presidente do Brasil, à revelia desse setor da imprensa que insiste em representar um pais que ficou para trás.

O Estadão dá claros sinais de que está assustado e desorientado. Depois de tantos tiros no pé, já há sinais de que a arma pode estar sendo apontada para a própria cabeça.

É o caso de dizer aos editores deste que um dia foi ao menos um exemplo de bom jornalismo: “calma, Estadão, não há o que temer. Você ainda não percebeu, mas está entre verdadeiros amigos.”

Fonte: rede Brasil Atual

http://www.redebrasilatual.com.br/multimidia/blogs/blog-na-rede/estadao-assume-apoio-a-serra.-desde-quando

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VÊ SE TE ENXERGA FERNANDO HENRIQUE CARDOSO!

FHC, revela-se em verdade um grande bossal. Em entrevista concedida ao Financial Times, admite a vitória de Dilma Rousself – chamou de forma indireta todo o PSDB e José Serra de “Burros” -.

Definindo-se idiotizado e absolutamente levado pela extrema vaidade, que assola todos os seus similares, trouxe pra si o êxito de todas as vitórias do Governo Lula, cometendo o disparate vergonhoso e inconsequente de afirmar, que Lula apenas deu prosseguimento aos projetos criados por ele, e mesmo assim de forma errônea, estagnando o desenvolvimento do País. Óbvio que esse fanfarrão deve estar sendo alvo de críticas e deboches enormes na Europa. Se bem tivesse sido o seu governo, por que os candidatos de seu partido, não vencem as eleições presidencias, há exatos oito anos?

O que FHC deixou de bom no Brasil, após seu esquálido e medroso governo, a não ser dividas e mais dívidas, um salário de fome de 180 reais, uma enorme quantidade de desempregados, um número enorme de brasileiros vivendo em total miséria, uma divida externa tida como impagável, um conceito sórdido de que os aposentados brasileiros são uns vagabundos, um processo de privatização absurdo e sem qualquer resultado prático, pois que entregamos nossas riquezas, e maiores tornaram-se nossas dívidas.

Quem és tu, ó insignificante janota?

Suas afirmações embasadas em arroubos de uma economia infundada, apenas dão-nos a exata noção do tamanho de sua mediocridade.

Vá pra rua ajudar o Serra em sua campanha!

Embora nós saibamos, que seu lugar é aí no interior das ratoeiras, a ditar ordens e fomentar golpes, sem colocar a cara pra bater.

Poupe-nos FHC!

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E AÍ GLOBO, FOLHA, VEJA, VOCES NÃO VÃO SE DECLARAR NÃO? QUE VERGONHA!

Vai ser muito dificil que os demais integrantes do PIG, A Globo, a Veja, A Folha de São Paulo, assumam postura semelhante ao Estadão. A Globo, tem ciência, que sua “batata tá assando”, cada vez com mais calor. E dos 80% dos calorosos e valorosos defensores do Presidente Lula, uma grande parcela constitui-se, infelizmente, seus assíduos espectadores, é a tal doutrina novelesca… Mas também tem conhecimento amplo, que perderá muito, se esse tal golpe idiota/babaca/lunático/midiático, conforme seja a repercussão desse ato, pós-eleição, quando confirmada a vitória de Dilma Rousself. A Folha, fraca das pernas e com venda reduzidíssima, somente entrou nessa barca, pra assumir uma postura sensacionalista, respaldada em mentiras, para aumentar sua receita e viabilizar um alívio em suas finanças. A Veja, essa não tem classificação. Uma revista sem qualquer moral. Uma revista, que há muito tempo se presta a operar num nível baixo, marginal e oportunista. Portanto, eu creio ser muito difícil, que o restante do PIG, assim como a ANJ, venham a tomar a postura que o Estadão tomou. A OAB, vai continuar mordendo e assoprando. É de “lei”. Mas como é democracia, quaisquer sejam as decisões tomadas pelo PIG e seus aliados, haverá que ser respeitada.

Fica aí um quadro esquálido e dividido. Um apoio não declarado. Um oportunismo golpista, nada mais que isso. Um não colocar-se de forma clara e pública, a favor desse ou daquele candidato. Lula, velho de guerra, sabe que tem a seu favor uma gama enorme de benefícios, que essa imprensa mentirosa e ardilosa jamais conseguirá enodoar, quais sejam as suas reallizações, os seus feitos. A sua indiscutível popularidade. Mais uma vez, um presidente democrata, e que permite até a prática da libertinagem para essa imprensa golpista, vai engolir de forma indiscutível, todos esses órgãos informativos. (?)

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ATÉ QUE ENFIM UM JORNAL DO PIG, ASSUME SUA POSIÇÃO!

Nesse emaranhado de mentiras e fofocas inerentes àS dondocas burguesas, achei de extrema valia a atitude tomada pelo Estadão ao declarar seu apoio ao candidato José “geni” Serra. Jornal ultrapassado, quase ou nada lido (a não ser em escritórios de mega-empresários, consultórios médicos, consultórios psiquiatricos, odontológicos, etc…), que assume uma ação de risco, atirando no escuro, quem sabe acreditando em “milagres” e com isso ganhar “moral financeira” junto ao governo federal, buscando viabilizar empréstimos (grana) para a manutenção,não sabemos até quando, esse “jornalão” fora de padrão e pobre de noticias.

Mas, elogio e aplaudo a atitude do Estadão, que em editorial, anuncia o seu apoio ao candidato José Serra. Com atraso sensível, mas mesmo assim “louvável”, esse “jornalzão” sem conteúdo, expõe-se.

O engraçado é que no editorial, onde anuncia o apoio a José Serra, somente uma meia dúzia de linhas são dedicadas ao seu escolhido, o restante da matéria se atém a Luiz Inácio da Silva, narrando seus feitos, pois medroso como é o PIG, eles não vão soltar a marreta no Presidente mais popular da história do nosso País. Eles são malucos, mas adoram dinheiro.

Mesmo achando, que o agora “Estadinho” apoiando vivamente José “geni” Serra, esteja embarcando numa “furada” sem tamanho, desqualificando inclusive, alguns instantes lúcidos do seu passado, eu parabenizo os seus “donos” (quem seriam?), pela postura assumida.

Ps: haja ombro pra chorar depois…

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Vox Populi: Dilma ultrapassa Serra em SP; tem 14 pontos de vantagem

24/09/2010 20:2

Em um mês, Dilma cresce dez pontos e ultrapassa Serra em SP

Petista foi de 33% para 43% no Estado administrado pelo PSDB há quase 16 anos; tucano cai 11 pontos e soma agora 29%

Matheus Pichonelli, iG São Paulo

Em apenas um mês, a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, cresceu dez pontos e ultrapassou o adversário José Serra (PSDB) em São Paulo, Estado administrado pelo tucano até o início de abril. De acordo com a mais recente pesquisa Vox Populi/Band/iG, publicada nesta sexta-feira, ex-ministra da Casa Civil, que em agosto tinha 33% das preferências dos eleitores paulistas, soma agora 43% no principal reduto tucano do País.

No período, Serra teve queda de 11 pontos na região; hoje é o candidato favorito de 29% dos entrevistados. O tucano também perdeu a dianteira que era apontada em agosto entre os eleitores do Rio Grande do Sul. Ele tinha 39% das intenções de voto dos gaúchos em agosto e agora tem 31%. No período, Dilma saltou nove pontos e hoje soma 46% na região.

A candidata petista está à frente dos adversários nos seis Estados pesquisados pelo instituto (SP, RJ, DF, RS, PE e BA), enquanto Serra perdeu pontos em todas as regiões.

Já Marina Silva (PV) apresentou crescimento nos seis Estados. Destaque para o Rio de Janeiro, onde a candidata verde cresceu seis pontos e chegou a 17% das preferências – mesma pontuação obtida por Serra entre o eleitor fluminense. No Distrito Federal, ela passou de 14% para 18% e empata tecnicamente com o tucano (que tem 20%).

Marina também avançou em São Paulo (9% para 12%), Bahia 5% para 9%), Pernambuco (de 6% para 8%) e Rio Grande do Sul (6% para 7%).

fonte: vi o mundo

por Luiz Carlos Azenha

http://www.viomundo.com.br/politica/vox-populi-dilma

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Fase Obscura e Nojenta

Não se faz absolutamente surpresa, se ao analisarmos a corja defensora de um golpe de estado, nos depararmos com jornalistas sem quaisquer projeção profissional, desconhecidos mesmo, além de inúmeros advogados e juristas, artistas e intelectuais caídos e ultrapassados como Hélio Bicudo, o pré histórico Juca de Oliveira, militares da reserva, que ainda tem entre os seus sonhos mais agradáveis as torturas ensandecidas, às quais submetiam os presos políticos. A burguesia, esmera-se nesse contexto. Um contexto vago de um poder insosso, que lhes abrigava, em saraus insidiosos e regados a guloseimas e coquetéis requintados em Brasilia. As festas, assemelhavam-se às badernas dos nazistas, de vez que o povo fazia-se bem distante dali, e nessas ocasiões as dondocas doiradas, exigiam cabeças e entregavam causas.

À época, lembro-me bem, se nós trabalhadores olhássemos para um militar de qualquer graduação, éramos instados a nos identificar e humilhados, assim agiamos, por pouco não recebendo voz de prisão.

Não gosto de relembrar momentos escabrosos, tampouco, gosto de OAB, ANJ, pois que as entendo entidades completamente colocadas a serviço dos poderosos. Mas, nesse ir e vir de escândalos “armados” pela imprensa falida, sim pois o Estadão e a Folha, assim como o Globo, são empresas deficitárias e que muito devem ao Governo, em temos práticos, dinheiro mesmo, vamos aprendendo que o equilíbrio de nossos ideais, passa pelo crivo de nossa própria consciencia. Em 1964, 6h30min, num dia 31 de março, lembro-me perfeitamente, aos 12 anos, a presença de soldados e suas metralhadoras, defronte à ponte preta, um dos acessos a CSN. No colégio onde estudava, de propriedade de uma organização católica da ordem agostiniana, os padres diziam-nos do golpe, tentando explicar-nos, mas destoantes, não conseguiam.

Foi quando vi serem presos vários chefes de família, à época acusados de pertencerem ao Grupo dos Onze, organizado por Leonel Brizola.

Os tempos foram passando, a ditadura foi-se robustecendo e à medida em que eu crescia, conseguia observar, que poucos viviam e muitos se arrastavam, seguindo o ritimo da dança, que nos era imposto. Muitos foram condenados, sem provas. A arte calou-se. A música fazia-se soar, mas de forma oculta. Dom e Ravel, eram os “ídolos”, batendo recordes de apresentações nos canais televisivos, a entoar o Hino da ditadura. Foram tempos difíceis os da minha juventude, pois que a lei do silencio imperava. Tudo era censurado. Somente os burgueses tinham acesso aos melhores lugares e eventos. O preconceito de cor acirrou-se.

O golpe trouxe o endividamento gigantesco do País, que agia sob as ordens e os auspícios dos EUA. Éramos um bando de paus mandados, obrigados a abrir mão de nossa cultura, em detrimento da cultura de outros paises, que nada tinham a ver conosco. A inflação chegou ao patamar de 70%, e os agiotas, figuras conhecidíssimas, enriqueceram-se às custas do trabalhador. Muitas casas foram dadas a eles, para saldar juros de dividas.Foram anos de sofrimento, onde tinhamos o pão e o circo, e não podiamos sequer opinar sobre a gosto do pão e a qualidade do circo. Não haviam sequer rumores de greves. A “gestapo”, andava à solta, prendendo de forma indiscriminada, orientando-se por quaisquer denúncias improcedentes. Os programas não falavam sobre politica. Os jornais da nojenta globo, eram censurados. Tudo nos era escondido. Uma clara e bem nítida divisão de classes fazia-se impor, os bem pobres e os muito ricos. E nós, idealistas, preparávamos o bote. Não havia mais condição de viver sob tal angústia. As novelas, os programas de humor, os musicais, enfim todos os programas eram censurados e nossas idas e vindas, limitavam-se a vôos curtos e cerceados. Proibida era a formação de grupos nas ruas e nas esquinas. Enfim, um inferno.

Mas ainda bem, que alguns Brasileiros de verve, principalmente na arte, à qual me fazia mais ligado, dentre eles, Chico Buarque de Holanda, jornalistas de verve, não esses idiotas de hoje, e trabalhadores, começaram a se unir. Começavamos então a formar nossa corrente de libertação. Que viveria clandestina na década de 70, procurando esquivar-se do AI-5, e viria eclodir na década de 80, quando a idéia de uma pátria livre, sem a presença do verde oliva, de forma predominante, pudesse enfim surgir. Aos poucos libertávamo-nos. A pluralidade partidária, começou a desenhar-se. Os trabalhadores tiveram acesso ao conhecimento de sua força, a criação de sindicatos não pelegos, os festivais de musica, enfim, todos os eventos ligados ao povo, tais como as lutas clandestinas, começaram a se aflorar. E o povo começou a ter o gosto de poder viver de forma justa, como regem as leis de um país livre.

O que aqui relatei, foi uma síntese muito rápida do inferno, no qual durante muitos anos, vivi. Um atraso enorme de mentalidade, uma criminosa involução industrial, social, economica e cientifica, que desonrou e enodoou uma grande parcela de nossa história. Um atraso tão grande, que deixou ainda vivos, milhares de filhotes da ditadura, que de forma fidalgal, passeavam pelas avenidas de nossas principais cidades, a espargir preconceitos e normas discriminadoras. Sofremos horrores para resgatar nossa liberdade, que nos fora subtraída num golpe de estado covarde, que nos foi imposto em troca de nada. Uma fase obscura e abstrusa da história de nosso País. E não é que os mesmos espiritos malévolos, estão aí a pregar golpe?

Os idiotas civis, os militares ávidos por poder, os pelegos sugadores e simbióticos. Não! Eu recuso-me a retroagir. Embora saiba e tenha certeza, que não existe a minima possibilidade de que isso aconteça, pois que o clamor do povo, será estarrecedor e a luta dessa vez, será muito grande e estóica. Nada de outro golpe de estado infundado, manipulado por burgueses parasitas. O que ele nos traz é exatamente o que contei, sem tirar, nem por.

Por isso, Lula. Por isso, Dilma Rousseff!

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Enviado por luisnassif, sex, 24/09/2010 – 13:31
Por Ricardo Cambraia

A Bárbara Gancia hoje na FSP está impagável
Folha de S.Paulo – Barbara Gancia:

Medo, mesmo, eu tenho do Neymar

24/09/2010
BARBARA GANCIA

Medo, mesmo, eu tenho do Neymar

Só o ócio do tipo que leva à danação eterna explicaria as manifestações vistas nos últimos dias
DEVE ESTAR faltando trabalho para os advogados tapuias. Minha impressão é que parece ter pouca gente aplicando golpes na praça, prevaricando, matando e cometendo outros ilícitos.
Está certo que o pessoal anda com os ânimos acirrados por conta da eleição, mas só o ócio mais desavergonhado, do tipo que leva à danação eterna, explicaria as manifestações vistas nos últimos dias.
A começar pelo faniquito do presidente da OAB-SP, Luiz Flávio Borges D” Urso, que resolveu selecionar o que você e eu devemos apreciar na Bienal de Arte que abre amanhã. Em nome dos bons costumes, D’Urso tentou excluir da mostra as obras do artista Gil Vicente.
Alô, senhor Flávio D’Urso! Por acaso, alguém pediu sua opinião? Gostaria de saber que escola emérita de arte o senhor cursou que lhe confere o direito de decidir por mim o que devo ou não apreciar.
Seria gravíssimo se um crítico de arte tentasse exercer o papel de censor. Mas é ainda mais grave observar que o senhor D’Urso, que está no terceiro mandato como presidente da OAB (seccional São Paulo), resolveu inverter os papéis e sair atacando valores que deveria estar defendendo com a vida.
Se eu fosse a bispa Sônia, trataria de ficar com oito pés atrás. O senhor D’Urso não presta serviços para ela, na qualidade de seu defensor? Pois então. Neste episódio, ele demonstrou que precisa voltar com urgência aos livros.
Por natureza, advogados têm intimidade com o conceito de liberdade de expressão. Quando não têm, algo me diz que eles correm o risco de ser perseguidos pelas ruas e xingados de rábulas, não é mesmo?
E eu sei que Hélio Bicudo já tem tempo livre nas mãos para participar de piqueniques, e que o Miguel Reali Jr. também adora uma manifestação por uma causa animada.
Mas organizar um “Manifesto em Defesa da Democracia” só porque Lula teve um chilique com a queda de sua candidata nas pesquisas ou porque Zé Dirceu falou em tom de comício aos correligionários, a mim parece coisa de medricas.
Pessoal treme na base com Zeca Diabo, mas quem é ele mesmo? Não será aquele camarada que perdeu o cargo e ficou inelegível por oito anos? Réu em processo em que é acusado de comandar o esquema de propina do mensalão?
Defender-se dessa denúncia, convenhamos, deve tomar alguma energia da parte do interessado. Não parece provável que dê para se defender e, ao mesmo tempo, comandar a revolução.

Outro de quem agora está na moda ter medinho é do Franklin Martins. Mas, eu pergunto: quantas vezes até agora o ministro da Comunicação Social teve sucesso ao tentar preencher o vácuo deixado pela extinta Lei de Imprensa?
Pois então, deixemos o homem fazer mais esta viagem para Londres e Bruxelas a fim de conversar com dirigentes de instituições reguladoras de radiodifusão e comunicação europeus. Que mal tem?
U
ns acham que a lei comum resolve e outros que se deve estabelecer um modelo regulatório para a mídia e os jornais. Que tal debater a questão, em vez de ficar todo mundo histérico achando que isto aqui vai virar a Venezuela?

barbara@uol.com.br

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Jornalistas de Veja e Globo incitam militares contra Dilma

Não me preocupa um átimo, esse suposto levante, coordenado por grupos conservadores, autenticos surrupiadores e sugadores de meia duzia de leitores, afeitos as suas críticas baratas.
Qualquer movimento liderado por Merval Pereira (um jornalista pelego sem escrúpulos, serviçal dos menores da globo) e Reinaldo Azevedo, um jornalista “pau-mandado” da revista Veja, que é em opiniã, um antro de fofocas e sandices. Qualquer movimento liderado por esses dois jornalistas medíocres e pelegos, sem quaisquer feitos, aos quais possa se dar relevância, está fadado a ir para o esgôto.
O Instituro Millenium, que teve a “cara de pau” de promover o tal encontro encontro para discutir ameaças contra a imprensa, somente agora ganha relevo.
Uma orquestração desafinada, sem quaisquer objetivos, e que sem dúvida alguma irá gerar – e eu não falo como especialista, falo como povo -, um mau-estar dificil de ser esquecido.
Vale ressaltar que os dois jornalistas, Merval e Azevedo, jamais foram formadores de opinião. Sequer são lidos, a não ser por assinantes das entidades, que representam, e por conseguinte, sonham bizarramente articular um golpe. Golpe em que? Qual foi o cercear da imprensa, havido nesses dois mandatos? A imprensa nunca em governo algum, teve preservado de forma tão cabal, o seu direito de livre expressão, tanto é que um jornalista sofrível como o Merval, jamais teve sequer uma resposta às suas medíocres colunas. Azevedo, outrossim, parece estar mais fadado a ser comentarista de novelas ou jurado de algum programa de TV (o do ratinho seria uma ótima opção, contanto que Ratinho o aceite, o que será muito difícil).
Assistido por uma plateia em que se pontificavam militares de reserva (e não poderia ser de outra forma), a ABERT e com o descontrolado Reinaldo Azevedo, um esquálido profissional, manifestou-se feito um soldado de chumbinho, spbre a manifestação contra o golpe midiático.
O que mais me causa estranheza é o que o clube militar do Rio de Janeiro, tenha servido como sede para esses corvos.
Um acinte esses dois medíocres jornalistas, tentar convencer o Brasil, de que a Imprensa sem vergonha e omissa, O PIG, do qual eles fazem parte, descaradamente não estejam a serviço de missões espúrias.
Não vou comentar pormenores, pois que Lula teve sua parcela de culpa, quando deixou de responder a altura a essas duas hienas do jornalismo. Asas são dadas pra quem realmente sabe alçar vôo.
Eu vou rir Merval. Eu vou rir muito na sua cara, também Reinaldo, e antes que digam desconhecerem-me, eu sou uma parcela micro de cada face cidadã brasileira.
Merval e Reinaldo, acredito que voces tenham por princípios, princípio algum. E sinceramente? Eu estou ansioso para que voces consigam reunir meia duzia de medíocres como voces.
Voces em verdade, são uns pelegos. Uns burgueses. Uns laranjas. Voces estão mil anos luz atrás de um Lacerda. E Lula, bem Lula, voces savem, o mundo inteiro conhece.
Continuo, estranhando e muito, que após desfilarem pela passarela da liberdade ampla, esses duas aberrações jorrnalísticas ainda insistam em falar em “censura”. É muita falta de inteligência e imaginação. Calculem profundamente: São 80% de apoio popular! É o reconhecimento, não de jornalistas medíocres como voces dois, mas jornalistas mundialmente conhecidos. O Povo está feliz. Voces já imaginaram isso?
Acredito que não. Voces são dois irresponsáveis jornalistas, brincando de game…

josemir tadeu de souza

Na íntegra, a vergonha do que foi debatido nessa reunião

Instituto Millenium, entidade que organizou mídia conservadora para ajudar Serra, promoveu encontro no RJ para discutir “ameaças” à democracia

Por: Maurício Thuswohl, especial para a Rede Brasil Atual

Publicado em 24/09/2010, 12:15

Última atualização às 15:38

Rio de Janeiro – Um debate entre colunistas de veículos da imprensa convencional promovido na quinta-feira (23) pelo Clube Militar no Rio de Janeiro serviu como reunião de “preparação” dos setores mais conservadores da sociedade brasileira. Eles pediram “vigilância” aos militares sobre um eventual governo de Dilma Rousseff (PT), em virtude do que consideram ser ameaças à democracia e à liberdade de expressão. Esses riscos se tornariam mais concretos em caso de vitória da candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, nas próximas eleições.Organizado com o apoio do Instituto Millenium com o tema “A Democracia Ameaçada – Restrições à Liberdade de Expressão”, o debate com os representantes da grande mídia atraiu muito mais público do que a palestra do candidato do PSDB à Presidência, José Serra, realizada no começo do mês no Clube da Aeronáutica. Participaram do debate os jornalistas Merval Pereira, da Rede Globo, Reinaldo Azevedo, blogueiro e colunista da revista Veja, e Rodolfo Machado Moura, diretor de Assuntos Legais da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert).
Composta em sua maioria por militares da reserva, a plateia ouviu dos debatedores conselhos de prudência e vigilância em relação a um eventual terceiro governo consecutivo de esquerda no Brasil. Entre as “ameaças” citadas, o destaque foi para o terceiro Plano Nacional de Direitos Humanos (III PNDH), para as mudanças na produção cultural e para as conferências setoriais realizadas pelo governo Lula.
O representante da Abert afirmou que “a liberdade de expressão e de imprensa no Brasil está assegurada pelo Artigo 5º da Constituição”. Ele reconheceu que “no Brasil, as instituições felizmente têm amadurecido muito nos últimos anos”. Moura, no entanto, fez um alerta: “É importantíssimo que a gente se mantenha sempre atentos para proteger a liberdade de expressão e de imprensa no país. Essa vigilância terá que ser diuturna, e não podemos em momento algum nos descuidar”, defendeu.
Moura afirmou que a Abert monitora atualmente cerca de 400 propostas legislativas para o setor de comunicação, sendo que 380 dessas propostas são contrárias aos interesses da entidade. O dirigente citou uma série de medidas do governo Lula que “preocuparam a Abert” nos últimos oito anos, como a ameaça de expulsão do correspondente do New York Times, Larry Rother, e as propostas de criação do Conselho Nacional de Jornalismo e da Agência do Cinema e Áudio Visual (Ancinav), além do PNDH e da realização das conferências setoriais.
Merval Pereira também criticou o governo Lula após afirmar que escreveu mais de duas mil colunas nesses oito anos. Aproveitou para avisar e divulgar o lançamento de um livro com uma coletânea de cerca de 200 colunas que falam “sobre o aparelhamento do Estado” no governo petista, entre outros temas. “Há um método neste governo desde o primeiro momento. Todos os passos na tentativa de controlar a imprensa não foram arroubos de grupos isolados. O controle da produção cultural do país é um objeto de estudo e de trabalho do governo federal. Existe uma tese, não é uma coisa por acaso. Desde o primeiro momento eles tentaram e tentam controlar a produção de notícias e a produção cultural no país”, disse.

“Limites do PT”
O jornalista da Rede Globo alertou ainda que a sociedade brasileira tem que estabelecer “os limites do PT”, e que a imprensa é fundamental para isso. “O Lula e o grupo que o cerca sabem que existe limite para eles. A sociedade já havia dado os limites do PT, e o PT não pode ultrapassar esses limites”, analisou. Mas, para ele, desde a tentativa de aprovação do Conselho Nacional de Jornalismo e da Ancinav, setores do governo teriam testado limites. “Mas, eles sabem que a sociedade brasileira é moderna e que os meios de comunicação no Brasil são muito fortes, muito atuantes, e continuam tendo uma influência muito grande”, aliviou.
Em um eventual governo Dilma, segundo Merval, o PT certamente fará novas tentativas nessa linha. “Eles vão testar sempre os limites, vão reapresentar de diversas maneiras esses projetos. Por isso, o governo está tentando fazer uma maioria no Senado para que não seja barrada nenhum tipo de emenda constitucional que tente passar por lá. Mas, acho que essa maioria que parece que o governo vai obter no Congresso é tão heterodoxa e heterogênea que não há nenhum tipo de programa de governo que possa ser aprovado por uma gama de partidos que vai do PP ao PCdoB”, ponderou.

Ditadores e democratas
Fiel ao seu estilo, Reinaldo Azevedo mostrou-se mais duro e até raivoso nas críticas ao ato contra o “golpismo midiático”, realizado na quinta-feira (23) em São Paulo pelos movimentos sociais. O jornlaista acusou o ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, Franklin Martins, de estar por trás da manifestação – por supostos elos com o Sindicato dos Jornalistas de São Paulo.
“O Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, calculem, abriga hoje uma manifestação contra a liberdade de imprensa. Quem diria, um sindicato defendendo a censura e o Clube Militar defendendo a democracia! Os senhores que no passado fizeram a ditadura e deram o golpe agora querem democracia e eu me pergunto: os que hoje estão pedindo ditadura no ato lá de São Paulo queriam democracia em 64? Não, não queriam”, atacou.
“É uma vergonha que o sindicato participe disso. Um dos principais promotores dessa patuscada que acontece em São Paulo é funcionário do senhor Franklin Martins, cujo compromisso com a democracia é de todos aqui conhecido”, insistiu.

Articulação
O Instituto Millenium foi o organizador, em 1º de março deste ano, do 1º Fórum Democracia e Liberdade de Expressão, um encontro para debater temas semelhantes em São Paulo. Na ocasião, diferentes expoentes da mídia conservadora apresentaram acusações contra o governo Lula, o PT e outros atores sociais. O encontro, na visão de analistas, serviu para organizar a mídia para a cobertura das eleições.Azevedo endossou o alerta contra as “ameaças” à democracia no Brasil: “Há ameaça à liberdade sim, ela está configurada. A sociedade brasileira tem reagido, mas o preço da liberdade é a eterna vigilância”, pregou. A seguir, comparou o presidente brasileiro ao venezuelano Hugo Chávez: “Se você permitir que avancem, eles avançam. O chavismo do Lula consiste em testar permanentemente os limites, ele é chavista tanto quanto as instituições brasileiras lhe permitem ser chavista”, disse.
O colunista de Veja chamou o PNDH de “Plano Nacional Socialista de Diretos Humanos” e afirmou que o governo pretende “criar uma comissão de redação para decidir o que pode ou não ser publicado” no país. Também não faltaram críticas ao processo de conferências setoriais levado a cabo pelo governo, com nova estocada no ministro da Secom. “O Franklin Martins está agora mesmo com o resultado das várias conferências que eles fizeram, ocupado em criar propostas de Projetos de Lei para apresentar para o Congresso que vem aí. As conferências de comunicação, de cultura e de direitos humanos pregaram a censura à imprensa. Se eles fizerem uma conferência de culinária, vão pregar a censura à imprensa. É uma tara”, ironizou.

Fonte da matéria sobre o incitamento:
Rede Brasil Atual

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Baixaria contra Dilma gera barraco no serrismo.

A Folha Online publica uma matéria da ótima repórter Cátia Seabra dando conta de que a campanha de (mais) baixaria contra Dilma Rousseff por parte da campanha de Serra está causando um “barraco” entre o marqueteiro tucano, Luiz González, e o presidente do partido, Sérgio Guerra.
Guerra quer que os comerciais – que , aliás, ferem a lei ao usar efeitos de computação, como aquele “morphing” que é usado para modificar o rosto das pessoas, e até cachorros da raça rottweiller – sejam exibidos imediatamente.
González diz que submeteu as peças a grupos de pesquisa e a reação foi ruim.
Não são apenas ruins, são abjetas. Usa-se até uma mulher que imita a voz de Dilma, como se imitou a voz de Elba Ramalho e se falsificou uma favela no início da campanha. Queima-se uma revista Veja, como se algo estivesse sendo feito contra ela.
As peças são puro terrorismo, e já estão sendo divulgadas pela mídia, como faz a revista Época.
O martelo – ou a marreta, no caso – está nas mãos do próprio Serra.

Fonte: Tijolaço – O Blog do Brizola Neto

http://www.tijolaco.com/27268

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