Na ânsia indômita e plena de esparrelas explícitas,tentando mostrar serviço ao fim do mandato do governo do Presidente Lula, a oposição estarrecida e até agora viajando, por territórios onde as visagens, os confunde, começa de forma ilusória a fomentar críticas e patrulhamento ao pouco que resta, para ser criticado. Digo pouco, no sentido de que resoluções, pois que são mergulhadas em teorias. Um mundo ausente de praticidade, já que papéis circulam, são analisados, constituem-se ações, são protocolados, e após distribuição, transformados em processo, sem data, etc, etc…
Talvez, bata-lhes ainda na cara os bofetões da inocuidade, da ociosidade, durante esses oito anos. O Globo, sem moral como o restante da mídia atropelada e macerada por Lula, dá destaque aos problemas ocorridos nos exames do ENEM. Beleza! Apontar erros e ajudar em suas correções, é a sina da imprensa livre. Mas, logo após dançar em tablados desconhecidos, procurando coisas outras, putz… Aos organizadores que enodoaram, um projeto de contexto altamente positivo, como o ENEM, a demissão, o afastamento. Simples assim. Franklin Martins, secretário de comunicações, propõe uma agência reguladora de conteúdo nas mídias e coloca-se claramente em defesa de sua proposição alegando, que em diversos países do mundo adotam uma linha que regula os meios eletrônicos, sob o ponto técnico, e uma outra que regula o conteúdo. Não existem nesses países, ninguém que considere essa linha de ação, como uma censura. Segundo Franklin não existe sequer uma intenção remota do governo, de pronunciar-se sobre quais as noticias, que devem ou não ser publicadas. Franklin Martins, alega que a questão é fixar regras em defesa da produção da cultura nacional, regional e da produção independente, observação mais contundente sobre os princípios gerais de equilíbrio e respeito à privacidade, que devem ser observados. O que está sendo proposto, num Seminário Internacional promovido pelo governo, que será realizado hoje e amanhã, tem como objetivo realizar um anteprojeto para o setor, pois para o governo o que atualmente lesgila-se sobre radiofusão, está ultrapassado. Uma discussão ampla, geral e irrestrita. Portas totalmente abertas. Não se debaterá aumento de capital externo nas empresas do setor, nada disso será discutido. Simplesmente, cartas serão postas sobre a mesa, sob a visão de todos. Mediador do seminário, o diretor-executivo do Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel, Eduardo Levy, assegura ser fundamental que a legislação do setor seja atualizada. Em suma, podemos tirar como propósito principal dessa iniciativa, uma regulamentação necessária, que funcione de forma igual, por exemplo, para internet e TVs a cabo e rádios e TVs, que embora produzam conteúdo, não se sujeitam às mesmas regras. Há, sob o ponto de vista lógico, que haver isonomia, através de parâmetros, pois que as teles faturam 180 bi, enquanto as empresas de radiofusão faturam cerca de 13 bi. Seminário aberto, dois dias, discussões bem direcionadas e o que é mais importante, amplamente democrático.
Em minha opinião, o que não pode haver é uma ampla e desavergonhada atitude de apôio camuflado – com exceção do estadão e da veja, que se declararam Serristas -, pra somente uma parcela determinada. Como ocorreu durante as eleições. Nem sempre a imprensa livre, traduz uma imprensa responsável, como no caso do nosso País, onde pouco ou nada, publicou-se em relação a José Serra, e tudo e mais um pouco, foi jogado em Dilma Rousself. Isso não é liberdade de expressão, é canalhice. Pior ainda, é essa imprensa brasileira, que exerce o papel descarado de lamber botas do vencedor, pós-eleição. Essa atitude, longe de ser democrática, é amplamente mafiosa. Muito fácil, ter em mãos a canetinha e o papel.
E apesar de tudo, ainda temos que ler noticias do tipo, que instaura-se a ditadura no Brasil, a olhos vistos: governo Populista, respaldo junto a maioria do povo, censura na imprensa e a “dita cuja”. Pelo amor de Deus… crimes mais hediondos estão vindo à tona, via internet, como os movimentos racistas, e poucos cidadãos elitizados se fazem manifestar. A Imprensa não está acima do bem e do mal, ela não tem moral para ter esse poder, em função até do sensacionalismo, que buscam a qualquer custo. A Imprensa tem que ser livre sim, mas os jornalistas têm que ter mais responsabilidade. A imprensa brasileira é tão vigiada, que até golpe ela tentou criar, aliada a igreja e outros meios, para impedir a vitória de Dilma Rousself. A Imprensa sim, pode não ter caráter, ser extremamente ruim, e tem que aceitar críticas. Aliás, todo esse desespero hediondo da mídia, está diretamente relacionado com as atitudes nojentas, tomadas em relação ao Presidente Lula. Estão com medo do troco, que por certo não haverá de vir, pois que Lula demonstrou claramente, que a mídia brasileira “NÃO TÁ COM NADA”. Exceções óbvio, muitas exceções.
O Miro Teixeira, que eu até hoje não consegui fazer uma leitura politica de seu caráter, diz que qualquer tema a ser debatido sobre os conteúdos jornalísticos, tendem a restringir liberdades. Ô Miro, quem comanda o Brasil?
A Mídia da Globo, onde reina o Jabour, Merval, Miriam e Noblat? Do Estado de São Paulo que evitou ao máximo divulgar os escândalos havidos na equipe de campanha dos demotucanos? A mídia que escondeu os abortos da mulher do Serra? Quebra esse galho Miro Teixeira…
Ninguém em sã consciência, pode dizer que a liberdade de expressão foi cerceada pelo governo, em quaisquer circunstâncias dessa pouca vergonha, que fez da eleição de 2010 no Brasil, o pior exemplo de tudo o que diz respeito à moral. Foi sórdida e nojenta a participação da dessa mídia sem caráter, absolutamente sem nenhuma noção e TOTALMENTE LIVRE.
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