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“O que os nossos olhos, hipocritamente, não enxergam”

Onze mil cientistas,especialistas e médicos de todo o continente, assustaram-se com a estarrecedora realidade, no Congresso Internacional de AIDS, em Durban, África do Sul, realizado de 9 a 15 de julho.
Um estarrecer não de imagens, mas de realidade. Um advento, que se esparge. Não se pode esconder, o que se faz verdadeiro e gera tragédias. Uma África abandonada à própria sorte, vitimizada pelas inserções e destruições de pesquisadores colonizadores, sedentos não de descobrir males novos, a serem curados, mas sim riquezas, de forma, práticamente gratuita, utilizando de um escuso processo de mão de obra escrava, efetuado pelo próprio africano. Agora, o abandono. A AIDS espalha-se de forma avassaladora, a epidemia se anuncia, a África, se os habitantes do planeta não se dedicarem de forma estóica ao descobrimento de uma vacina que se venha a conter essa doença, fatalmente far-se-á extinta. Uma vacina, que poderia tranquilamente ser explorada e descoberta, pois que dinheiro, existe, porém é fartamente gasto de forma animalesca. A demarcar territórios, supremacias. Poder.
Bom recordar, embora nossas mentes estejam invadidas por quereres outros, que a epidemia virá e atingirá o mundo todo. A extinção desse recurso, traz como unica solução um investir forte para a descoberta de um antídoto. É o que a medicina vaticina, como única possibilidade viável, para a contenção desse espargir trágico.
Se nos ativermos aos dados estatísticos, aí sim, colocaremo-nos em estado aterrorizador.
Segundo a ONU,em seu relatório anual, datado do início de julho, 34.300.000 adultos entre 15 a 49 anos e 1300.000 crianças até 15 anos, são potencialmente portadores do vírus da AIDS.24.500.000, vivem na África subsaariana ou subsariana – corresponde à região do continente africano ao sul do Deserto do Saara, ou seja, aos países que não fazem parte do Norte da África, que apresenta propriedades e características totalmente diversas, tanto no aspecto economico-social, que se assemelha ao Oriente Médio, constituindo-se um mundo islamizado. O Sul da África caracteriza a AFRICA NEGRA, formada em sua totalidade por povos de pele mais escura -; 5.600.000 no sul e sudeste da Ásia; 1.300.000 na América Latina; 900.000 na América do Norte; 530.000 no leste da Ásia e Pacífico; 520.000 na Europa Ocidental; 420.000 na Europa do Leste e Ásia Central; 360.000 no Carige; 220.000 no norte da África e Oriente Médo; e 15.000 na Austrália e Nova Zelândia.
* Fontes oficiais desses dados, site Lepanto – Frente Universitária & estudantil, 12 de novembro de 2010.

O que realmente, acua-nos, é a frieza, com a qual nós, a maioria dos Brasileiros,encaramos uma realidade tão aterrorizadora. Aí, também estão inseridos até o pescoço, o restante dos paises, que imersos estão na hipocrisia farsante de desvalorização do câmbio, para recuperação de um poder pardo e absintado.
Os “Grupos de países poderosos”, quando se reunem, o fazem visando cada qual, a obtenção de ganhos e espaço de poderio, assuntos relacionados principalmente ao Sul da África,cuja população está sendo de forma impiedosa, excluída, não somente por essa epidemia avassaladora, quanto pelas guerras entre próprias etnias, que lá se travam.
Ao colocar em pauta, a malfadada AIDS, também procuro chamar atenção desse continente, que praticamente caminha célere para a exitinção. Podem ter certeza absoluta, que essa atitude omissa de nossa parte, custar-nos-á muitissimo caro.

CategoriasGerais, negritude, política
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